A internet não apenas revolucionou o modo de se fazer publicidade nos dias atuais, como também a maneira pela qual as novidades se disseminam com velocidade incrível. De todas essas inovações mais famosas, o marketing de conteúdo é certamente uma das mais relevantes e promissoras.

Também conhecido como content marketing, algumas pequenas confusões se fizeram em torno dessa estratégia que, se bem aplicada, pode ser bem poderosa. Como ocorre com tudo o que se populariza muito depressa, alguns conceitos da área acabaram se confundindo e despertando generalizações confusas.

Sendo assim, as perguntas essenciais a serem respondidas são:

  • O que é marketing de conteúdo?
  • O que é inbound marketing?
  • Como dominar o funil de vendas?
  • Qual o papel das redes sociais nisso tudo?
  • Como usar e-mails, posts e e-books?
  • Qual o papel do SEO na divulgação?

Neste post abordaremos esses pontos essenciais de tal modo que você possa, ao final, aplicar boas estratégias de marketing de conteúdo, e com isso mudar positivamente a sua empresa/marca de patamar.

Como não poderia deixar de ser, utilizaremos exemplos práticos para que o conteúdo se torne mais claro, com foco no segmento automotivo que, segundo dados do próprio IBGE, é um dos que mais tem crescido na internet (e já chegou a quase 15% de aumento em um ano).

 

O content vs. o inbound marketing?

O aspecto mais interessante do marketing de conteúdo é que ele pode ser aplicado a estratégias de qualquer segmento ou nicho de mercado. Ou seja, tal como a publicidade tradicional, que não tem contraindicações, ele pode ser adaptado a qualquer empresa.

No setor automotivo (voltado para a esfera digital) ele encontra uma série de oportunidades incríveis, como no caso de uma oficina que presta o serviço de blindagem vidros automotivos, cujo nicho de mercado costuma ter clientes bastante antenados e ávidos por consumir, mais que produtos ou serviços, conhecimentos da sua área de interesse.

Para entendermos melhor isso, porém, precisamos de algumas definições preliminares. A primeira delas é a diferença entre o content marketing e o inbound marketing, dois termos que geralmente têm sido confundidos, como se fossem sinônimos.

Embora nacionalmente ambos tenham se popularizado na mesma época, e apesar de realmente estarem intimamente relacionados, eles não são sinônimos. De fato, o marketing de conteúdo é bem mais abrangente que o inbound, o qual pode ser classificado como mais uma das estratégias ou gêneros dentro daquele grupo maior.

Quando uma empresa de blindagem, ou mesmo uma oficina mecânica completa, decide gerar conteúdo como modo de atrair os seus clientes (em vez de simplesmente fazer uma publicidade apelativa e meramente comercial), ela ainda está no campo do content marketing, que por definição é mais teórico, e tão abrangente que pode ser utilizado por políticos, artistas, igrejas, etc.

Quando a oficina ou marca decide quais os meios de que se utilizará para que o conteúdo gerado chegue ao público, aí é que entra o papel do inbound marketing, que é apenas uma das opções que se encontram no mercado para fazer essa ponte entre a empresa e seu público.

Sendo assim, o marketing de conteúdo é interessante e importante para qualquer empresa, já o inbound pode não fazer sentido no caso de pequenas oficinas de bairro. Se a empresa trabalha apenas com freios automotivos, por exemplo, o outbound (marketing off-line, comercial e apelativo) pode fazer mais sentido.

O interessante é que mesmo o outbound pode ser feito por meio de conteúdos de qualidade, o que faria dele um gênero dentro do content marketing. Sendo assim, o ideal é que qualquer uma das estratégias ande de mãos dadas com o marketing de conteúdo.

 

A internet e as redes sociais a seu favor

Um conceito fundamental a todas essas estratégias é o da jornada de compra, que diz respeito às etapas que uma pessoa interessada em sua empresa/marca/produto percorre desde a condição de visitante até se tornar efetivamente um cliente da casa.

Outro modo de se referir à jornada de compra é o funil de vendas. Certamente, dominar esses conceitos é o modo mais assertivo de conquistar os melhores resultados que uma estratégia de marketing de conteúdo pode gerar.

Dito de outro modo, o esforço principal dessas estratégias nada mais é que o de levar uma pessoa interessada, que visita o espaço físico ou digital da empresa, do nível de mero visitante para o de cliente engajado e fã da marca.

Nisso consiste a capacidade de manipular de modo eficiente o funil de vendas e a jornada da compra. Com o advento da internet e os recursos do marketing de conteúdo isso se tornou uma realidade muito mais tangível e passível de ser atingida.

Hoje, uma oficina de pintura de carros pode, por exemplo, criar uma verdadeira legião de fãs dos seus serviços, dispostos a se engajarem nas redes sociais, curtirem as postagens em tempo recorde e até compartilharem com outras pessoas, criando um verdadeiro círculo virtuoso que pode aumentar incrivelmente a clientela da loja.

Mas, para que um engajamento desses aconteça, algo é fundamental: cumprir com a proposta central do content marketing, ou seja, gerar conteúdo de qualidade que possa realmente agregar valor ao público.

Aí é que entra o papel dos e-books e dos blogs, conforme veremos adiante. O que precisa ficar claro desde já é que, ao contrário do que se pensa às vezes, fortalecer a marca na internet por meio de inbound marketing e estratégias similares não consiste apenas em “fazer muitas postagens”, ou em “fazer postagens engraçadas”.

É preciso ter muito conteúdo bom e gratuito. Se a mesma oficina supracitada lida, por exemplo, com funilaria e pintura de motos, é preciso que ela domine o assunto a ponto de gerar artigos e materiais ao mesmo tempo técnicos e atraentes para o público geral.

Neste caso, seria possível abordar, por exemplo:

  • O mercado de funilaria no Brasil;
  • Os índices de pessoas que recorrem a ele;
  • Os fatores econômicos que determinam essa escolha;
  • O nicho da pintura;
  • Os tipos de produtos e soluções existentes;
  • As vantagens e desvantagens de cada um deles, etc.

Quando usar posts, newsletters e e-books

O formato por excelência da geração de conteúdos são os posts/artigos de blogs. Nisso reside o que de melhor o content marketing pode oferecer ao mercado, seja no caso de um nicho mais técnico e voltado para especialistas, como o de tacógrafo digital, seja no de áreas que lidam especialmente com o público leigo, como no da pintura.

Os posts de blog têm um índice incrível de aproveitamento e, quando bem escritos, é impossível que não gerem engajamento da parte dos clientes. No caso do tacógrafo, por exemplo, um blog pode explorar desde a história desse dispositivo, até as questões legais/fiscais implicadas no uso moderno do tacógrafo, já obrigatório em alguns casos.

Em tempos de crise econômica, ou mesmo de saturação do mercado e aumento vertiginoso da concorrência, esse tipo de diferencial promovido pelo marketing de conteúdo pode ser a diferença entre atingir melhores resultados ou acabar falindo um negócio.

Enquanto artigo, o post tem dois extremos: de um lado as newsletters, que hoje em dia são praticadas sobretudo por e-mail marketing. Do outro lado, os e-books, que costumam ser disponibilizados em landing pages (páginas geradas especialmente para conversão, seja de venda, seja de formulário e geração de leads).

Ao apresentar o domínio necessário para gerar conteúdos em formato de artigos/posts, certamente a empresa já está em situação de produzir os outros dois formatos. Sendo que o primeiro deles é menor que o post, e o segundo, maior.

Um bom artigo sobre balanceamento veicular, por exemplo, pode ter algo entre mil e duas mil palavras, o que costuma dar de quatro a sete páginas. Naturalmente, um e-mail pode não prender tanto a atenção do leitor, então é preciso resumir o assunto em poucos parágrafos.

Já o e-book, maior que ambos os conteúdos, pode ser nada menos que uma coleção de artigos sobre balanceamento de carros. Algo que juntasse, por exemplo, outro artigo sobre alinhamento, explicando a diferença entre os dois serviços, e daí por diante.

 

Como divulgar meus melhores materiais?

No início, mencionamos a importância do SEO e da divulgação do seu conteúdo. Essa sigla remete ao famoso Search Engine Optimization, que consiste na otimização de páginas para que tenham bom ranqueamento nos motores de busca.

Naturalmente, de nada adiantaria escrever os melhores e-mails, posts, e-books e conteúdos em geral, sobre qualquer assunto que fosse, se eles não fossem acessados pela pessoa certa na hora certa.

Hoje, quando alguém precisa de uma solução, uma das primeiras coisas que a pessoa faz é acessar o Google, o Bing, o Yahoo ou outro site similar. Sendo assim, ao digitar “conserto de câmbio automático”, por exemplo, o conteúdo que aparecer na primeira página certamente obterá um retorno e resultado incríveis.

Sendo assim, dominar tais conceitos de marketing de conteúdo e inbound marketing deve ser um dos principais esforços da empresa que queira, nos dias atuais, atingir os melhores resultados comerciais, seja no médio ou no longo prazo.

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