O Pix já é parte da rotina do brasileiro.
Funciona, é rápido, está em todo lugar. Quando a tecnologia atinge esse nível de maturidade, o diferencial deixa de ser funcional e passa a ser simbólico.
É nesse ponto que o Banco do Brasil acerta ao tratar o Pix como “papel de presente”.
Quando pagar vira presentear
Pagamentos digitais eliminam o ritual. São eficientes, mas impessoais.
A campanha recupera algo essencial: a intenção.
O dinheiro deixa de ser apenas valor transferido e passa a representar afeto, cuidado e gesto. Não é mais “mandei um Pix”, é “dei um presente”.
Essa mudança de enquadramento transforma uma ação automática em experiência emocional — sem alterar a tecnologia.
O Pix não precisa mais ser explicado.
O que a marca faz é mostrar como e por que usá-lo de outra forma.
A campanha não vende funcionalidade. Ela cria contexto.
E contexto é onde marcas fortes se constroem.
Não há feature nova.
Há reposicionamento mental.
Esse tipo de inovação é raro porque exige leitura cultural, não apenas capacidade técnica. O Banco do Brasil entende que, quando o produto vira commodity, o valor migra para o significado.
Ao transformar uma transação em gesto, o Banco do Brasil mostra que branding não é sobre chamar atenção — é sobre ocupar espaço simbólico na vida das pessoas.
A tecnologia já venceu.
Agora, vence quem dá sentido a ela.
Leia esse artigo e entenda a importância da performance no branding da sua marca.
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