A Copa nunca foi só sobre futebol. E as marcas mais inteligentes já entenderam isso faz tempo.
Enquanto muita comunicação esportiva ainda gira em torno do jogo em si, a Smirnoff escolheu olhar para outro lugar: o comportamento da torcida.
Na ação “Olheiros Seleçoff”, a marca instalou câmeras em bares parceiros para registrar reações espontâneas de torcedores durante as partidas. Influenciadores assumem o papel de “olheiros”, selecionando pessoas que representem a energia brasileira para acompanhar de perto a Copa do Mundo de 2026, em Nova York.
Mas o ponto forte da campanha não está no prêmio.
Está na leitura cultural.
A Smirnoff entende que grandes eventos esportivos funcionam como rituais coletivos. O bar deixa de ser apenas ponto de consumo e vira palco emocional — um espaço onde pertencimento, emoção e performance social acontecem naturalmente.
Por isso a campanha funciona.
Ela não força comportamento. Ela captura comportamento que já existe.
Existe também um movimento estratégico importante aqui: a marca desloca protagonismo do influenciador para o público comum. Em vez de construir uma narrativa artificial sobre paixão brasileira, a campanha usa a própria torcida como linguagem.
No fundo, a Smirnoff não está procurando fãs perfeitos.
Está procurando intensidade reconhecível.
E isso revela uma mudança relevante no marketing de experiência: as marcas deixaram de disputar apenas atenção. Agora, disputam participação emocional em momentos culturalmente relevantes.
Porque, no fim, eventos como Copa do Mundo raramente pertencem ao esporte sozinho.
Eles pertencem ao que as pessoas fazem em volta dele.
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