EnglishPortugueseSpanish

Tudo que você precisa saber sobre SEO

By 22 de outubro de 2015 Blog 65 Comments
Tudo que você precisa saber sobre SEO




Tudo que você precisa saber sobre SEO

Já pensou como o Google consegue na grande maioria das vezes mostrar com rapidez e eficiência o que você procura? Parece que lê o nosso pensamento. Tudo que você precisa saber sobre SEO. Este tutorial SEO mostra o que acontece “por trás” do que você vê na tela do Google, quando são digitadas palavras-chave em sua busca. Aprenda como o Google escolhe os sites a serem exibidos na frente dos resultados de busca e adquira valiosas dicas para posicionar melhor o seu site.

Navegue facilmente pelo tutorial através do menu superior, inferior ou lateral, pulando para os tópicos de maior interesse. Boa diversão!

Veja também este POST 

O que é SEO?

SEO, sigla em inglês para Search Engine Optimization, é o trabalho de otimização realizado para melhorar o posicionamento de sites na tela de resultados gratuitos de sites de busca como o Google e o Bing. O Google representa aproximadamente 95% dos resultados de busca no Brasil. Assim, nosso tutorial SEO foca primordialmente em otimização de sites para Google. Saiba mais sobre o que é SEO.

 

Tela de Resultados de Busca (SERP)

A página de resultados de busca do Google, também conhecida como SERP, sigla do inglês para Search Engine Results Page, apresenta seus resultados de busca divididos basicamente em duas áreas, os resultados gratuitos e os pagos. Os resultados de busca destacados em vermelho na imagem representam os anúncios pagos do Google. Os anunciantes pagam ao Google a cada vez que seus anúncios são clicados. Para saber mais sobre esse assunto, confira o nosso Tutorial Google Adwords.

Links Patrocinados

Este tutorial SEO é direcionado aos demais resultados de busca, os resultados orgânicos, também chamados de naturais ou gratuitos, destacados em vermelho na imagem abaixo.

Resultados Orgânicos

Como funciona o Google?

Em décimos de segundo, milhares de pesquisas são respondidas a cada segundo pelo Google. Para saber como posicionar melhor o seu site nos resultados de busca, é importante entender como funciona o Google. Este vídeo em inglês de Matt Cutts, engenheiro do Google responsável pela qualidade dos resultados de busca, explica o funcionamento básico do Google. Para uma explicação mais detalhada em português, veja nossa página de tutorial “como funciona o Google“. E não, a imagem abaixo não é o que parece.

O que o Google leva em consideração para colocar um site em primeiro lugar?

Como pôde ser observado no vídeo acima, existem mais de 200 variáveis consideradas pelo Google na hora de determinar o posicionamento de páginas da internet nos resultados do Google. Podemos dividi-los em 3 categorias:

  1. On-page: São os elementos sob os quais você tem controle em seu site, como o <Title>Heading Tags H1-H2-H3,…, número de vezes que uma palavra-chave aparece em uma página, variações, negritos, nomes das imagens, URLs, etc.
  2. Off-page ou Link Building: São as referências, ou links, apontando para o seu site de outros sites na internet. Influenciam o posicionamento o texto âncora, PageRank do site de origem do link, quantidade de links na página, etc.
  3. Experiência do usuário e sinais sociais: a experiência e feedback das pessoas navegando pelo seu site são um forte indício de sua qualidade, e cada vez mais o Google leva esses elementos em consideração.

São estes elementos que exploraremos em nosso tutorial. Boa leitura!

Veja também este POST 

COMO FUNCIONA O GOOGLE?

Como o Google armazena o conteúdo da internet

 

Links – o princípio de tudo

Links são textos ou imagens em que você clica e é direcionado a outra página ou a outra área da página em que está navegando. Por exemplo, se você clicar neste link, será direcionado à página inicial de nosso tutorial SEO. Geralmente, ao passar o mouse por cima de um link, o seu cursor mudará o formato, o link aparecerá no rodapé de seu navegador internet e eventualmente um texto em destaque aparecerá junto ao link. No nosso caso, programamos o texto em destaque como sendo “Clique e vá à home do tutorial SEO”

O que é um link

Figura: Anatomia de um link

Para ver a sintaxe do link, acesse código fonte da página. Este é o código fonte utilizado no exemplo acima:

<a href=”http://www.seomarketing.com.br/tutorial-SEO.php” title=”Clique e vá à home do tutorial SEO”>neste link</a>

O Google descobre páginas na internet seguindo links através de seu robô. Veja nosssa página sobre o Googlebot. para obter mais detalhes. Caso sua página não receba links de outros sites, será mais difícil para sua empresa aparecer nos resultados do Google.

 

Índice do Google (Google Index)

Seria inviável e extraordinariamente lento se, a cada vez que uma busca fosse realizada no Google, este tivesse de:

  • procurar na internet todas as páginas relacionadas à palavra-chave buscada
  • classificá-las por relevância
  • disponibilizá-las na sua tela de resultados (SERP)

Para conseguir exibir respostas relevantes às buscas realizadas, o Google e os demais sites de busca varrem a internet por meio de “robôs” como o Googlebot, armazenando em seus servidores os textos encontrados nas páginas e gerando arquivos de meta-dados com informações sobre as páginas rastreadas. O índice do Google, do inglês Google Index, é exatamente essa “cópia da internet” feita pelo Google em seus servidores e indexada de forma a disponibilizar por ordem de relevância as buscas realizadas pelos usuários do Google. Duplicada inúmeras vezes entre seus diversos datacenters, permite calcular o posicionamento e exibir resultados para buscas em décimos de segundo. Em sua tela de resultados, o Google exibe, a cada busca realizada, o tempo levado para calcular qual o resultado mais relevante à busca feita.

tempo de resposta de uma busca

Figura: Tempo de resposta de uma busca




O resultado exibido pelo Google, então, é baseado em dados armazenados em seus servidores, e não no que de fato está na internet naquele momento. É possível que o conteúdo exibido nos resultados do Google seja diferente do que se encontra atualmente no site, pois esse conteúdo pode ter sido alterado ou mesmo removido. Para diminuir esse problema, os sites de busca constantemente aprimoram os seus algoritmos e atualizam o seu índice com uma frequência cada vez maior. Quanto mais frequente for a atualização de conteúdo em seu site, mais frequentemente ele será visitado pelo Googlebot, mais rapidamente seu novo conteúdo entrará no índice do Google e mais rápidamente será exibido nos resultados de busca. Para checar se a informação armazenada nos servidores o Google é a mesma atualmente em seu site, leia nossa página sobre o Cache Google.

Veja também este POST 

Quais dados de um site são lidos pelo Google?

O Google “lê” texto. Não tem como (ainda) interpretar o que está em uma imagem, e tem dificuldade para ler javascript e flash. Assim, ao desenvolver um site, leve em consideração que o texto deve estar visível ao Google. O cache do Google permite, na versão somente texto, verificar quais as palavras efetivamente indexadas pelo Google e com isso utilizadas por seu algoritmo para cálculo de posicionamento. Ainda com relação às imagens, o nome do arquivo, o Title e Texto alternativo da imagem e o texto à volta da imagem podem ser utilizados pelo Google para tentar “adivinhar” o assunto da imagem, e com isso ser exibido na busca de imagens.

Resumindo, o índice do Google representa conteúdo da internet armazenado em seus servidores e indexado de forma a oferecer respostas relevantes e extremamente velozes às consultas realizadas. Como vimos no início do tutorial SEO, para determinar qual a página mais relevante a ser exibida em primeiro lugar, o Google se baseia em 3 categorias de variáveis, que serão explorados no decorrer deste tutorial SEO:

  1. On-page
  2. Off-page ou Link Building
  3. Experiência do usuário e sinais sociais

 

 

COMO MELHORAR O POSICIONAMENTO NO GOOGLE?

Imagine como seria a internet sem o Google, Yahoo, Bing ou outros sites similares. Chamados de sites de buscamecanismos de buscasistemas de buscamotores de buscabuscadores ou mecanismos de pesquisa, auxiliam usuários a buscar informações na internet. Ao contrário de diretórios controlados por editores humanos, sendo o DMOZ o mais importante, os principais sites de busca utilizam-se de algoritmos próprios para indexar a informação e disponibilizá-la aos usuários. Quanto mais entendermos o funcionamento desses algoritmos e aplicarmos em nossos sites o que aprendemos sobre eles, maior será a probabilidade de melhorarmos nosso posicionamento nos resultados de busca.

A SEO Marketing desenvolveu e implementa em seus projetos de SEO uma metodologia de 6 etapas:

 

1ª etapa: Pesquisa de Palavras-chave

Não adianta muito aparecer em primeiro lugar para uma palavra-chave que ninguém procura, ou que não atingem o seu público-alvo. Ao otimizar seu site, pesquise a fundo quais as palavras-chave que de foto seus potenciais clientes digitariam para contratar os seus serviços ou comprar os seus produtos. Este artigo de nosso diretor Bernhard Schultze na revista PC Magazine fornece um bom exemplo do que estamos falando. Pesquise o que seus concorrentes estão fazendo, utilize ferramentas SEO de pesquisa de palavras-chave, verifique os logs de seu servidor atrás de palavras que já atraem pessoas ao seu site. São essas palavras que devem ser trabalhadas em seu site para o projeto de SEO. Com base nas palavras-chave, definimos a arquitetura do site.

 

2ª etapa: Defina qual a mensagem a ser exibida nos resultados do Google

snippet é o texto exibido na tela de resultados de busca quando um site aparece nos resultados Google. Nos resultados normais de texto, é composto basicamente de um título, uma descrição e uma URL.

Snippet Google Chrome

Figura: Snippet da página do Google Chrome

Cada um desses 3 elementos pode geralmente ser controlado. Considere-os como um “link patrocinado gratuito”. Eis como alterá-los:

  • Título: Geralmente é exibido com base no <Title>. Veja mais detalhes na página do Tutorial sobre <Title> para SEO;
  • URL: É o caminho e nome dado ao arquivo. O Google pode exibir também a URL encurtada ou um caminho de navegação (Breadcrumbs). Procure colocar nomes intuitivos, compreensíveis, com a palavra-chave que você quer trabalhar em SEO. Um nome de arquivo bola-adidas-jabulani.asp é muito melhor para SEO do que algo como prod-12364.asp. Note também que as palavras na URL devem ser divididas com hifen;
  • Descrição: Geralmente o Google exibe o conteúdo da meta description. Veja mais detalhes no nosso tutorial sobre como escrever meta descriptions eficientes.

Veja como o Google redigiu o <Title> e Meta Description da página do Gogole Chrome, resultando no Snippet acima:

  • <title> Navegador Google Chrome </title>
  • <meta content= “O Google Chrome é um navegador que alia tecnologias sofisticadas a um design simples para tornar a Web mais rápida, mais segura e mais prática.” name=”description”>

 

3ª etapa: Cuidados com cada página – programação, conteúdo

Ao programar cada página de seu site, tome alguns cuidados, destacando-se:

 

4ª etapa: Links entre páginas

Finalizadas as páginas individuais, procure criar links com texto âncora (anchor text) relevante entre as páginas de seu site. Evite links apenas de menus. Procure no conteúdo de seu site textos que possam servir como um link para conteúdo relevente, como fizemos na 3ª etapa desta página, em praticamente todos os itens.

 

5ª etapa: Link Building

Todos os itens acima são relativamente fáceis de serem manipulados, pois são de controle da empresa, do webmaster ou de quem quer que administre um site. Como o Google determina, dentre 500 sites extremamente bem otimizados, o mais relevante a uma busca realizada? Um dos principais fatores é a quantidade e qualidade dos links de sites externos apontados para o seu site, assim como o PageRank e a relevância da página de origem do link com o tema da página de seu site que recebe o link. A posição do link na página, o texto ao redor, a quantidade de links saindo da página são também fatores importantes considerado pelo Google. Isto é Link Building!

 

6ª etapa: Sinais sociais e experiência no site

O Google procura oferecer a seus usuários uma experiência positiva, a cada busca realizada. Likes, Shares, Compartilhamentos, rederências em sites sociais ou mecanismos como o Google +1 são formas eficientes para interpretar a experiência de usuários, e o Google procura cada vez mais ler esses sinais para determinar a relevância de sua página. “Socialize” seu site e atente-se aos sinais emitidos por essa socialização, procurando sempre melhorar a experiência do usuário de seu site.

Veja também este POST 

 

 

META TAGS E SUA IMPORTÂNCIA PARA SEO

Aprenda como e quais utilizar

 

O que são Meta Tags?

Meta Tag é um comando implementado no código de páginas web, dentro da área Head do site (entre as tags <head> e </head>) para passar instruções a programas externos ou ações mais simples, como por exemplo informar qual a pessoa responsável pelo desenvolvimento da página. Algumas Meta Tags são utilizadas para passar aos sites de busca como o Bing e o Google instruções sobre o título da página e uma breve descriçao a ser exibida nos resultados de busca, quais páginas devem ou não ser indexadas, dentre outras instruções.

 

Importância de Meta Tags para SEO

Meta Tags são uma importante ferramenta de comunicação entre o webmaster e os sites de busca, como vamos ver nos exemplos abaixo. Para muitas pessoas, porém, SEO é apenas isso, Meta Tags. Isso está longe de ser verdade. O Google utiliza perto de 250 variáveis para determinar os resultados de busca, e as meta tags são apenas algumas delas.

Como visualizar Meta Tags

Meta Tags não são exibidas no tela principal do Browser, no conteúdo exibido ao usuário. O jeito mais fácil de visualizá-las é pela exibição do código fonte da página. Cada Browser tem a sua forma de fazê-lo. Geralmente, basta clicar com o botão direito em alguma área da página e clicar em “Exibir código fonte da página” ou algum texto similar a esse. No Chrome, teclar Ctrl-U tem o mesmo efeito. Exibido o código-fonte, faça uma busca por <meta ou <title (geralmente digitando Ctrl-F) e veja como os meta tags da página estão especificados:






Existem ainda plugins que permitem visualizar rapidamente os meta tags de uma página. Um de nossos favoritos é o plugin gratuito Quirk Search Status para Firefox. Consulte nossa página sobre ferramentas SEOpara mais detalhes. Veja como os resultados são exibidos em apenas dois cliques:

Como saber se os Meta Tags estão ok?

A ferramenta Google Webmaster Tools mostra uma relação de erros que os robôs do Google encontraram em seus Títulos e descrições (<title> e <meta name=”description”>. Veja um exemplo na seção  meta descriptiondeste tutorial.

 

Meta Tags mais importantes em SEO

 

Title

O campo Title não é uma Meta Tag, mas é o mais importante comando em uma página web para SEO. Temos uma página neste tutorial dedicada ao Title, consulte-a.

Exemplo de um Title:<title>Project management software, online collaboration: Basecamp</title>

 

Meta Description (meta name=”description”)

É a Meta Description que geralmente define a descrição exibida nos resultados do Google. Descreva o conteúdo da página de uma forma a estimular o interesse das pessoas em conhecer mais sobre o conteúdo da página, para aumentar a visitação do seu site.
Dada a sua importância, desenvolvemos uma página neste tutorial dedicada à Meta Description. Consulte-a.

Exemplo de um Meta Description: <meta name=”description” content=”Veja no Terra as últimas notícias e as melhores coberturas ao vivo do Brasil e do Mundo, Esportes, Diversão, Vida e Estilo, assista os melhores vídeos no TerraTV e ouça as melhores músicas no Sonora.” />

 

Meta Keywords (meta name=”keywords”)

Há muitos anos atrás, os algoritmos dos sites de busca tinham certa dificuldade em interpretar a relevância de sites para determinadas palavras-chave e utilizavam o conteúdo da Meta Keyword para ajudá-los a interpretar o conteúdo das páginas. Rapidamente os webmasters perceberam que bastava incluir uma infinidade de palavras nessa tag para aparecer nas buscas, mesmo para palavras não relacionadas ao conteúdo da página. A experiência do usuário era comprometida ao ser direcionada a uma página que no final das contas não possuía o conteúdo buscado. Os sites de busca evoluiram e hoje desconsideram a meta keyword. Uma vez que a meta keyword não é exibida ao usuário em qualquer momento, seja nos resultados de busca, seja no conteúdo do site, não há de fato qualquer razão lógica para que o Google a considere como um fator de relevância.

Por outro lado, utilizamos as meta keywords para pesquisar as palavras-chave de concorrentes desavisados. Entre nos sites de seus principais concorrentes e veja através dos meta keywords quais as palavras-chave que estes tentaram otimizar os seus sites.

Exemplo de um meta keyword: <meta name=”keywords” content=”climática, previsão climática, desenvolvimento, tempo, clima,”/>

Meta Robots (meta name=”robots”)

Essa Meta Tag foi criada para passar orientações aos robots dos buscadores. Cada página deve ter o seu meta robots. Veja alguns dos parâmetros que podem ser passados:

  • index: indexe esta página – exiba-a em seus resultados de busca;
  • noindex: não indexe esta página – não a exiba nos resultados de busca. Útil para páginas como de login e acesso à intranet;
  • follow: siga os links desta pagina para descobrir novas páginas (reveja Googlebot, robots);
  • nofollow: nenhum dos links desta página deve ser seguido;
  • nosnippet: orienta o site de busca a não exibir a descrição da página nos resultados de busca;
  • noodp: orienta o Google não utilizar a descrição do diretório DMOZ em seus resultados (snippet);
  • noarchive: instrui o Google a não exibir a versão em cache da página;
  • noimageindex: não indexe nehuma imagem da página.

Exemplos de Meta Robots:

  • <meta name=”robots” content=”index, follow”> – sintaxe mais comum de meta robots – orienta os buscadores a indexar o conteúdo da página e seguir todos os links para descobrir novas páginas
  • <meta name=”robots” content=”noindex, nofollow”> – orienta os buscadores a não indexar o conteúdo da página e impede-a de seguir os links para descobrir novas páginas

Nota: o comando para orientar ao Google a não indexar uma página pode também ser dado do arquivo robots.txt.

Para completar este tópico do tutorial, veja abaixo mais um vídeo em inglês de Matt Cutts, engenheiro do Google responsável pela qualidade dos resultados de busca, sobre a importância (ou não) das meta tags para SEO.

Veja também este POST 

 

TITLE TAG – IMPORTÂNCIA PARA SEO

Aprenda a escrever um <Title> eficiente para SEO

A Tag Title é um dos itens que mais influencia o posicionamento no Google, se não for o mais importante. E é fácil entender o porquê. O propósito do algoritmo do Google é conseguir mostrar às pessoas os resultados mais relevantes às suas buscas. Se fizermos uma busca no Google e nenhum dos resultados aparente estar relacionado à palavra-chave que pesquisamos, vamos ter uma péssima experiência com o Google. O Título dos resultados de busca ajuda-nos a rapidamente encontrar o que procuramos. Faça o teste para diversas buscas no Google e repare que 7 a 9 resultados, geralmente, possuem a palavra-chave que você pesquisou no título do resultado de busca. Veja por exemplo a busca para carros importados:






A Tag Title das páginas exibidas nos resultados do Google, na grande maioria das vezes, é exibida no título do resultado da busca, em azul. A probabilidade do assunto de uma página com a Tag Title contendo a palavra-chave Carro Importado ser de fato Carros Importados é grande, tornando a experiência do usuário com o Google ainda melhor. Dessa forma, para cada palavra-chave que você quiser aparecer no google, deve existir, idealmente, uma página exclusiva para essa palavra-chave em seu site, e ela deve ser trabalhada na Tag Title. Por um capricho do Google, não é comum os 10 resultados terem a palavra-chave no Título, como pode ser observado no 9º resultado da tela acima. Mas você não vai querer arriscar, vai?

 

Onde fica a Tag <Title>?

No código-fonte da página, a Tag Title fica localizada entre as tags <head> e </head>, geralmente no início do código. Esta é a sintaxe:

<title> Navegador Google Chrome </title>

 

Como visualizar facilmente a tag <Title> de uma página

Existem várias formas para se visualizar facilmente o <Title>. A forma mais fácil é, ao carregar a página, visualizar a aba de seu nevegador (válido para os principais navegadores). Ao parar o mouse sobre a aba, o <Title> inteiro é exibido. Veja o exemplo para a página que promove a utilização do Google Chrome:

Veja ainda como visualizar o Title e demais Meta Tags examinando o código fonte ou utilizando pluginsdesenvolvidos para essa finalidade.

 

Como redigir um <Title> eficiente para o SEO?

Ao redigirmos o <title> de uma página, devemos levar em consideração tanto o Google quanto as pessoas que forem ler o título nos resultados do Google. Um título mal escrito, mesmo que bem posicionado, receberá poucos cliques. Eis algumas recomendações básicas:

  • Para cada palavra-chave que você quiser aparecer no Google , procure criar uma página e consequentemente um <title> para essa página;
  • Utilize a palavra-chave selecionada para a página no início do <title>;
  • Evite repetir a palavra-chave no <title> de forma não natural. Uma vez é suficiente;
  • Não coloque o nome de sua empresa no início de todos os títulos
  • Cada página deve ter um <title> exclusivo no site. Evite repetições;
  • Um título ideal deve ter de 50 a 65/68 caracteres;
  • Não perca tempo em colocar palavras-chave repetidas após o limite de 68 caracteres. Uma vez que o usuário não as consegue visualizar no resultado de busca, o Google dá pouco valor a elas.

Exemplo de um title eficiente para um e-commerce:

<title>Raquete para tênis de mesa Butterfly – Escocesas.com </title>

 

Se eu não usar a tag Title, o que acontece?

Quando os buscadores não encontram esse atributo, eles recorrem ao conteúdo do site, gerando assim um título automático para ser utilizado no resultado da busca. No navegador, ao invés do título, é exibido o nome do arquivo ou o conteúdo das heading tags (h1, h2, h3, etc) caso a página em questão trabalhe tais tags.

 

Veja também este POST 

META DESCRIPTION PARA SEO

Aprenda a usar o meta name=”description” para o Google

No tópico anterior, falamos sobre a importância dos títulos e como estes são exibidos nos resultados de busca. Dessa vez, falaremos sobre a descrição, também conhecida como Meta Description.

O Meta Description é o texto geralmente utilizado pelo Google para a exibição dos resultados de texto das segundas e terceiras linhas dos resultados de busca, logo abaixo do Título. O conteúdo do meta description não influencia no posicionamento de uma página no Google. Logo, não é necessário repetir palavras-chave nesta tag. Apesar de não interferir no posicionamento, uma descrição bem redigida e atrativa contribui para uma taxa de cliques (CTR – clickThrough Rate) mais alta, e este sim acredita-se ser um dos fatores utilizados pelo Google para aumentar o posicionamento de um resultado. Além disso, alguns termos da descrição são enfatizados em negrito, quando fazem parte da pesquisa realizada, ajudando o usuário a encontrar rapidamente o que está buscando com mais facilidade. Pense

Snippet Google Chrome

O exemplo acima mostra como o site do Google Chrome é exibido no google por uma busca por exatamente uma busca no Google por Google Chrome. A sintaxe do meta description, se olharmos o código-fonte, é exatamente o que é exibido no resultado de busca.

<meta content=”O Google Chrome é um navegador que alia tecnologias sofisticadas a um design simples para tornar a Web mais rápida, mais segura e mais prática.” name=”description”>

O limite padrão utilizado pelo Google para exibição de meta descriptions é por volta de 156 caracteres, respeitados os números de pixels da largura da área reservada para a descrição. Descrições com muitas letras maiísculas e letras “gordas” como M, O, W, possuem um limite de caracteres inferior a descrições compostas por uma grande quantidade de letras i, para exemplificar. Além disso, com a alteração na exibição de sitelinks, é interessante procurar resumir a informação nos 50 primeiros caracteres, para que a mensagem mais importante seja exibida quando o Google optar por exibir os sitelinks. Veja o exemplo abaixo:

meta descriptions sitelinks

 

O Google utiliza sempre o meta description nos resultados do Google?

O Google procura mostrar sempre aos usuários a informação mais relevante à sua busca, da forma mais concisa possível. Prioritariamente, procura exibir o texto contido no meta description da página, mas se o algoritmo Google definir que outra informação é mais relevante ao usuário, é essa informação que será exibida. É cada vez mais comum, por exemplo, sites de e-commerce terem informações de produtos exibidos com os preços na descrição. Outro exemplo: se a palavra-chave buscada pelo usuário não se encontrar no meta description, há uma boa possibilidade do Google buscar um trecho do conteúdo da página onde se encontra esse texto ao invés de exibir o texto do meta description.

 

Como visualizar o meta description de minhas páginas?

Utilize as dicas do tópico anterior no tópico “Como visualizar facilmente a tag <Title> de uma página“. As ferramentas para visualizar o meta description são as mesmas.

Como saber se meus meta descriptions estão ok?

A ferramenta Google Webmaster Tools mostra uma relação de erros que os robôs do Google encontraram em seus Títulos e descrições:

Erros no Meta Description

 

Dicas para construção de meta descriptions efetivas

  • Cada página do site idealmente deve ter a sua meta description exclusiva;
  • Crie meta descriptions que resumam o conteúdo da página com precisão;
  • Utilize a principal palavra-chave de cada página no meta description;
  • Pense na descrição como um link patrocinado, vendedor e atrativo;
  • O tamanho máximo sugerido é de 156 caracteres, mas preste atenção se, após indexado no Google, o resultado não aparece com reticências. Nesse caso, diminua a descrição em alguns caracteres;
  • Procure tornar os primeiros 50 caracteres do meta description em uma frase que será exibida caso a página apareça nos sitelinks;
  • Utilize “calls to action” para incentivar o clique.

 

UTILIZANDO HEADING TAGS H1, H2 H3 EM SEO

<h1> – Header 1

As Heading Tags (H1, H2, H3, …) são recursos de programação HTML utilizados para destacar títulos e sub-títulos de uma página. H1 é a abreviação do inglês para Header 1, ou Cabeçalho 1, logo, o mais importante dos Headers. Conceitualmente, o H1 possui um destaque maior, uma fonte maior, e é geralmente o elemento de texto mais visível da página. Assim como nos negritos de uma página e o Title, a tag H1 é um importante elemento que o Google utiliza para determinar o principal assunto abordado em uma página, visto que o título de uma página conceitualmente define seu conteúdo.

H1 do Google Chrome

Note que no caso acima, não foi utilizada a palavra-chave Google Chrome no h1. Em um projeto de SEO, o título seria reescrito para algo como “Google Chrome – um navegador Web gratuito e mais rápido”, caso a palavra-chave trabalhada nessa página fosse o nome do navegador.

Recomendamos ainda utilizar apenas uma H1 por página, sempre focando na palavra-chave principal. Isso dá um claro indício ao Google de qual é a palavra-chave mais importante da página.

<h2>, <h3>, <h4>, …

As demais Heading Tags, como H2 e H3, são geralmente utilizadas como sub-títulos de uma página. Em SEO, são um excelente recurso para incluir palavras-chave complementares, ou seja, variações e complementos da palavras-chave principal que não terão uma página exclusiva para ela, seja por baixo volume de pesquisa ou por simplesmente não se encaixar no conceito do site.

Exemplo de Heading Tags

  • <h1>Buffet Infantil da Carochinha</h1>
  • <h2>Festas temáticas</h2>
  • <h3>Festas do Barney</h3>
  • <h3>Festas dos Angry Birds</h3>
  • <h3>Festa da galinha pintadinha</h3>
  • <h2>Venha visitar a casa na Vila Olímpia – São Paulo</h2>
  • <h3>Ponto de referência</h3>
  • <h3>Estacionamento</h3>

Como visualizar as Heading Tags

O Plugin do Chrome Style Killer, de Gyutae Jo, foi o que utilizamos para exibir o H1 do Google Chrome, na imagem acima. Ele destaca visualmente a posição das diversas Heading Tags na página. Não se assuste com os caracteres em chinês ao instalar o plugin – após a instalação, os menus serão exibidos em inglês.

Heading Tags e o CSS

As Heading Tags são geralmente utilizados por programadores com estilos pré-determinados no CSS, a folha de estilos do site (se você não sabe o que é CSS, pergunte ao programador web mais próximo :-). Dessa forma, os H1s possuem geralmente o mesmo tamanho, cor e fonte em todo o site. O mesmo vale para as demais Heading Tags. Isto acaba causando uma desconexão entre as necessidades de otimização de um site para Google e as características visuais desse site. Vejamos por exemplo a página do site Basecamp.com. Neste exemplo, usaremos novamente a ferramenta Style Killer para a visualização das Heading Tags:

Heading Tags Basecamp




Do ponto de vista visual, as Heading Tags foram utilizadas corretamente. Veja qua há duas Heading Tags H1 na página, ambas com as mesmas características visuais de tamanho, cor, fonte. Do ponto de vista de SEO, porém, os textos contidos em H1, H2 e H3 poderiam ser melhor trabalhados, e não seguem o padrão utilizado em SEO. Para contornar esse fato, é possível criar diferentes estilos para a mesma Heading Tag. Ao mesmo tempo, conteúdo irrelevante para SEO como Find out why (descubra como) não deveria ter o status de um H3. Um bom programador SEO deve conseguir aliar as características visuais de um site às necessidades de SEO da página.

Veja também este POST 

 

COMO REDIGIR TEXTOS PARA SEO

Existem elementos técnicos e redatoriais a serem considerados ao se escrever conteúdo para sites, caso a sua preocupação seja ter o texto exibido nos resultados do Google (alguém lendo este tutorial tem algum outro objetivo? :-). Neste tópico do tutorial, focaremos nos aspectos técnicos. Os aspectos redatoriais, que dizem respeito à qualidade do conteúdo, tema escolhido, técnicas de conteúdo para atrair links serão abordados futuramente neste tutorial SEO.

Densidade de palavras-chave

O Google interpreta texto. Não consegue (ainda) interpretar uma imagem para saber do que se trata. Logo, ao redigir conteúdo para um site, é importante que a palavra-chave trabalhada na página seja entendida pelo Google como a mais relevante daquela página. Uma das formas de se conseguir isso é aumentando a densidade da palavra-chave no texto da página. Procure repetir ao menos três vezes a palavra-chave no texto. O plugin para Firefox e Google Chrome SEO Quake permite verificar as repetições de cada palavra-chave em uma página, como no exemplo abaixo, onde analisamos a págima do Google Chrome. Note que a palavra-chave “Google Chrome” é repetido nove vezes na página, incluindo o Título (T) e a Descrição (D):

densidade de palavras-chave

Negritos e itálicos

O Google procura exibir em seus resultados as páginas mais relevantes às palavra-chave buscadas. Uma das formas deo google identificar a relevância de uma página é a ocorrência de negritos e, até certo ponto, itálicos. Como esses textos aparecem em destaque na página, são um forte indício de que o assunto da página está relacionado ao seu conteúdo. Procure colocar ao menos 1 vez em negrito a palavra-chave trabalhada na página.

Sinônimos e variações

Um bom conteúdo não deve ser repetitivo, e repetir uma palavra-chave diversas vezes pode ser parecer não natural, “feio de ler”. Procure utilizar sinônimos, variações, palavra-chave complementares em seu texto. Por exemplo, em um artigo sobre carros, alterne a palavra-chave carro com auto, automóvel, caranga…

Quantidade de palavras-chave por página

Até um tempo atrás, considerava-se como número mágico o mínimo de 200 palavras por página, para que o Google considerasse relevante o conteúdo da página. Alguns estudos atuais sugerem que esse número aumentou, mas ao mesmo tempo podemos perceber que várias buscas trazem em primeiro lugar páginas com pouco conteúdo. A nossa recomendação é por 200 a 300 palavras por página, mas só se isso fizer sentido. Se pouco conteúdo fizer sentido para as pessoas, eventualmente o Google também conseguirá interpretar a qualidade de seu conteúdo. Faça uma busca no Google e veja a quantidade de palavras-chave dos primeiros resultados para ter uma ideia da quantidade de palavras-chave ideal para incluir em seu texto.

Penalidades

Um volume excessivo de uma palavra-chave em uma página pode sinalizar ao Google uma técnica Black Hat chamada “Keyword Stuffing”. O Google pode em casos extremos penalizar o site ou, na maioria das vezes, simplesmente desconsiderar o conteúdo repetido.

Veja também este POST 

CONTEÚDO DUPLICADO EM SEO

O Google procura exibir em seus resultados de busca informação relevante a seus usuários. Que benefício tem uma pessoa ao realizar uma busca no Google e os 10 primeiros resultados forem iguais, cópia de alguma página na internet? Nenhum. Por esse motivo, o índice Google procura oferecer uma variedade de conteúdo exclusivo e diversificado em seus resultados. Conteúdo duplicado entre sites ou mesmo dentro de um site, então, passa a ser uma preocupação que todo o projeto de SEO deve endereçar. Um bom projeto de SEO, White Hat, deve procurar sempre gerar conteúdo exclusivo, relevante às pessoas pesquisando pelo assunto.

 

Como acontece a duplicidade

Existem motivos voluntários e involuntários para o surgimento de conteúdo duplicado na internet, como por exemplo:

  • Páginas de impressão – o seu site possui páginas de conteúdo idêntico para páginas de visualização na tela e para impressão, e as duas versões acabam indexadas no Google;
  • Cópia de conteúdo – vários sites institucionais, ao invés de possuirem conteúdo próprio, redigido exclusivamente para o site, copiam conteúdo de outros sites;
  • Scrapers – com o intuito de gerarem rapidamente conteúdo para milhares de páginas, rentabilizando a operação com publicidade Adsense, surgem sites na internet com conteúdo copiado de outros sites na internet. Para isso, utilizam-se de scrapers, robôs que lêem o conteúdo da internet atrás de temas específicos e montam automaticamente páginas sobre o assunto;
  • Temas similares – Alguns sites possuem o mesmo rodapé, o mesmo texto institucional no fim de todas as páginas, por exemplo.
  • http://www.meusite.com.br e http://meusite.com.br – O seu servidor web deve tratar as duas versões como uma só, fazendo um redirecionamento permanente de uma versão do site para a outra;

 

Como identificar conteúdo duplicado

  • Busca Google – Faça uma Busca no Google por um trecho do conteúdo da página entre aspas. Por exemplo, busque no Google por “Faça uma Busca no Google por um trecho do conteúdo da página entre aspas” para saber se esta página já foi copiada :-).
  • Copyscape – A Ferramenta CopyScape foi desenhada para buscar conteúdo duplicado de uma página. Forneça uma URL e a ferramenta buscará na internet por páginas com trechos duplicados de seu conteúdo, informando o percentual de trechos idênticos e destacando os trechos similares. Possui uma versão gratuita e uma paga, oferecendo mais resultados;

Trecho copiado

Quanto devo me preocupar com conteúdo duplicado?

Alguns membros da comunidade SEO costumam exagerar a importância de conteúdo duplicado. Aqui na SEO Marketing, desenvolvemos nossos projetos de SEO White Hat com redatores web gerando conteúdo de qualidade e exclusivo. A probabilidade de termos problemas com conteúdo duplicado é muito pequena, e o mesmo se aplica para qualquer projeto de SEO de qualidade desenvolvido por outros webmasters. Ao mesmo tempo, o algoritmo do Google deve ser o minimamente inteligente para identificar pequenas falhas involuntárias de sites de qualidade. Existem sinais, porém, de que o Google começou a ser menos complacente com esses deslizes. Jill Whallen excreveu um interessante artigo (em inglês) a respeito desse assunto.

Por outro lado, espera-se que o algoritmo do Google consiga interpretar qual o conteúdo original, e exibi-lo desssa forma acima das páginas copiadas. Para isso, um dos fatores utilizados por ele é a data de indexação do conteúdo. Quanto mais antigo, maior a probabilidade desse conteúdo ser o original, e com isso ser exibido antes de páginas copiadas. Para saber se o seu conteúdo original é de fato o conteúdo considerado original pelo Google, faça uma busca no Google por um parágrafo de seu conteúdo, iniciando e trminando a busca com aspas. Se o seu site aparecer em primeiro, o Google cumpriu a sua missão!

 

Algumas soluções e precauções

  • Denunciar – Caso seu conteúdo tenha sido copiado, acesse a Ferramenta para Webmasters do Googlee reporte como Spam o site que o copiou. Não é garantido que o Google tome uma ação em relação à denuncia, mas é um primeiro passo. Ao mesmo tempo, a ação do Google pode inclusive já ter sido tomada, caso o Google tenha identificado automaticamente a duplicidade de conteúdo.
  • Conversar – Em alguns casos, ligar ou enviar um e-mail ao proprietário do site que copiou seu conteúdo resolve o problema, ainda mais se for o seu advogado que realizar a conversa;
  • Seu site – Usando o Copyscape, faça uma busca para cada págna de seu site, e veja se páginas do seu próprio site aparecem com conteúdo duplicado, tomando as ações necessárias para corrigir o problema. Redija novo conteúdo ou elimine do índice do Google páginas duplicadas com o Robots.txt;
  • site: – Faça uma busca no Google por site:(url de seu site.com.br) e procure por páginas de conteudo idêntico;
  • Redirect 301 – Caso o seu site possua páginas duplicadas, como por exemplo a versão com e sem www sendo indexadas, programe em seu servidor um redirecionamento permanente (301) de uma versão para a outra. Veja abaixo como realizar um redirecionamento 301 para servidores Apache;
  • Canonical Tag – Informe ao google que seu conteúdo não é original. Veja a explicação abaixo;

 

Redirecionamento 301

Em servidores Apache, o método mais comum de se aplicar o redirecionamento 301 é utilizando o arquivo “.htaccess” . Dentro desse arquivo é inserido um código em expressão regular como por exemplo:

RewriteCond %{HTTP_HOST} ^meusite\.com\.br$ [OR] RewriteCond %{HTTP_HOST} ^www\.meusite\.com\.br$ [OR] RewriteCond %{HTTP_HOST} ^meusite\.com\.br\/$
RewriteRule ^index\.html\/?(.*)$ “http\:\/\/www\.meusite\.com\.br\/$1” [R=301,L]

Neste exemplo basta substituir a palavra “meusite” para o nome do seu site.

Canonical Tag

Este é um método mais simples que o anterior, mas também muito eficiente. A utilização da Canonical Tagpermite-nos informar ao Google qual a página que possui o conteúdo original, de onde foi copiado o conteúdo. Com a sua utilização, podemos copiar trechos ou mesmo páginas inteiras de outras páginas de dentro ou fora de nosso site, sem corrermos o risco de sofrermos alguma penalização por isso. A Canonical Tag é inserida dentro da página que copiou o conteúdo, mais especificamente dentro da tag <head>. Veja o exemplo:

<link rel=”canonical” href=”www.meusite.com.br” />

Neste exemplo basta substituir a URL href=”www.meusite.com.br” pela página que possui o conteúdo original, de onde foi copiado o conteúdo.

 

ROBOTS.TXT – APRENDA A CONFIGURÁ-LO

Saiba como evitar que determinadas páginas do site apareçam no Google

Como veremos na tópico sobre o Googlebot, os robôs dos buscadores são aplicativos que navegam pela internet através dos links encontrados nas páginas, em busca de conteúdo a ser indexado e exibido nos resultados de busca. Porém, você pode optar por não ter algumas de suas páginas exibidas nos resultados de busca, como por exemplo:

  • Páginas de Login – uma página de login a uma área restrita, como acesso à intranet, geralmente não deve ser indexada;
  • Páginas de conteúdo repetido – Caso você tenha, por exemplo, diversas Landing Pages com conteúdo bastante similar rodando para suas campanhas Google AdWords, deve bloquear as cópias e deixar apenas uma versão ser indexada pelo Google, minimizando o problema do conteúdo duplicado;
  • Páginas de impressão – Se seu site tiver versões para tela e impressão sendo indexadas, elimine a versão para impressão do índice do Google.

O que é robots.txt

Como o próprio nome já diz, robots.txt é um arquivo no formato .txt (bloco de notas). Funciona como um filtro para os robôs dos sites de busca e faz com que os webmasters controlem permissões de acesso a determinadas páginas ou pastas dos sites. O robots.txt controla qual informação de um site deve ou não deve ser indexada pelos sites de busca. A sintaxe do arquivo é bem simples, e deve ser colocada pelo webmaster responsável pelo site na raiz da hospedagem. O próprio Google usa um arquivo em http://www.google.com/robots.txt, e navegar por ele é no mínimo curioso.

Sintaxe do Robots.txt

O arquivo robots.txt tem o papel de criar uma política de acesso aos Robots. Para a execução dessas tarefas, há palavras reservadas, ou seja, palavras com a função de comandos que permitirão ou não o acesso a determinados diretórios ou páginas de um site. Vejamos os principais comandos do arquivo robots.txt:

 

User-agent

A função do comando user-agent é listar quais robôs devem seguir as regras indicadas no arquivo robots.txt. Supondo que você deseje somente que o mecanismo de busca do Google siga as definições definidas no arquivo robots.txt,basta indicar o User-agent como Googlebot. Eis as principais opções:

  • Google: User-agent: Googlebot
  • Google Imagens: User-agent: Googlebot-images
  • Google Adwords: User-agent: Adsbot-Google
  • Google Adsense: User-agent: Mediapartners-Google
  • Yahoo: User-agent: Slurp
  • Bing: User-agent: Bingbot
  • Todos os mecanismos: User-agent: * (ou simplesmente não incluir o comando user-agent)

 

Disallow

O comando instrui os sites de busca sobre quais diretórios ou páginas não devem ser incluídas no índice. Exemplos:

  • Disallow: /prod – orienta aos robots a não indexarem pastas ou arquivos que comecem com “prod”;
  • Disallow: /prod/ – orienta aos robots a não indexarem conteúdo dentro da pasta “prod”
  • Disallow: print1.html – orienta aos robots a não indexarem conteúdo da página print1.html.

 

Allow

comando Allow orienta aos robots qual diretório ou página deve ter o conteúdo indexado. Diretórios e páginas são por definição sempre permitidos. Assim, este comando deve ser utilizado apenas em situações em que o webmaster bloqueou o acesso a um diretório por meio do comando Disallow, mas gostaria de ter indexado um arquivo ou sub-diretório dentro do diretório bloqueado. Note por exemplo no robots.txt do Google, logo no início, as duas linhas abaixo. O Allow permite que seja indexado o diretório /about abaixo do diretório /catalogs.

Disallow: /catalogs  
Allow: /catalogs/about

Sitemap

Uma outra função permitia pelo robots.txt é a indicação do caminho e nome do sitemap em formato XML do site. A ferramenta para Webmasters do Google, porém, oferece um maior controle e visibilidade para a mesma função – comunicar ao Google onde está o ou os arquivos sitemap. Note como o Google submete, em seu robots.txt, diversos sitemaps:

Sitemap: http://www.google.com/hostednews/sitemap_index.xml  
Sitemap: http://www.google.com/sitemaps_webmasters.xml  
Sitemap: http://www.google.com/ventures/sitemap_ventures.xml  
Sitemap: http://www.gstatic.com/dictionary/static/sitemaps/sitemap_index.xml  
Sitemap: http://www.gstatic.com/earth/gallery/sitemaps/sitemap.xml  
Sitemap: http://www.gstatic.com/s2/sitemaps/profiles-sitemap.xml  
Sitemap: http://www.gstatic.com/trends/websites/sitemaps/sitemapindex.xml

Cuidados com o arquivo robots.txt

Como veremos abaixo em exemplos reais de robots.txt, é muito fácil acessar o conteúdo de arquivos robots.txt de qualquer site, inclusive de concorrentes. Assim, cuidado com o que é incluído nesse arquivo. Evite colocar arquivos confidenciais. Nesses casos, o ideal é utilizar a meta tag robots (meta name = “robots”), explicada no tópico de meta tags deste tutorial.

Aplicação de Robots.txt

Exemplo: o webmaster não deseja que o conteúdo do diretório/docs seja indexado pelos robots, então, bloqueou o acesso ao diretório /docs com o comando “Disallow: /docs” no arquivo robots.txt. Dentro desse diretório, porém, existe um sub-diretório chamado “public”, que deve ter seu conteúdo indexado. Para que isso aconteça, basta usar no arquivo robots.txt a instrução “Allow: /docs/public/”.

Exemplos reais de Robots.txt

Para olhar exemplos de arquivos robots.txt, saia navegando pela internet e inclua o arquivo /robots.txt na raíz dos sites visitados para verificar se eles utilizam o arquivo robots.txt. Veja abaixo alguns exemplos:

  • Google – www.google.com.br/robots.txt – alguns sites interessantes listados
  • Facebook – www.facebook.com/robots.txt – Veja como este sitemap utiilza áreas separadas para cada Bot (mas sem necessidade, visto que os comandos parecem ser os mesmos para todos)
  • Casa Branca – www.whitehouse.gov/robots.txt – note a correta utilização do comando Disallow para remover áreas de login, como Disallow: /user/password/ e Disallow: /user/login/
  • Abradi – www.abradi.com.br/robots.txt – Bloqueia acesso às áreas administrativas do WordPress
  • COB – www.cob.org.br/robots.txt – Bloqueia o acesso a uma área de uploads, provavelmente de arquivos submetidos por usuários

SITEMAPS E O ARQUIVO SITEMAP.XML

Como e quando criar um sitemap.xml e sitemap em HTML

Sitemap HTML: Os sites de busca fazem um bom trabalho com seus robôs em varrer o conteúdo da internet. Existem porém duas formas de ajudá-lo a acelerar o processo ou fornecer acesso a páginas que o robô tem dificuldade em acessar. O primeiro método, e mais simples, é criar uma página HTML com links para as páginas que queremos indexar. Com isso, o Googlebot conseguirá facilmente encontrar as páginas, seguindo os links até elas. Aproveite para trabalhar o texto âncora nos links, ou seja, o “texto clicável” do link. Procure utilizar um texto âncora relacionado ao tema da página de destino. Geralmente as páginas de sitemaps em HTML são acessadas por um ícone semelhante a um organograma no canto superior direito do site.

Sitemap.xml: Os sites de busca oferecem ainda um mecanismo para que webmasters submetam o conteúdo de seus sites através de um sitemap (mapa de site) no formato XML (eXtensible Markup Language) ou .TXT. O nome do arquivo não possui um padrão obrigatório, mas geralmente é chamado de SITEMAP.XML. O sitemap.xml é um arquivo que tem a finalidade de listar as páginas de um site que gostaríamos de ter presentes nos resultados de busca. O Google permite ainda a submissão de imagens e vídeos.




Resumindo, arquivo sitemap.xml é usado como um índice aos buscadores, facilitando o acesso a essas páginas e arquivos. Vale frisar, porém, que é muito mais importante ter um site facilmente restreável pelos robôs do que usar o sitemap.xml para contornar falhas na arquitetura do site.

Como criar um Sitemap.xml

O Google recomenda criar Sitemaps com no máximo 50.000 URLs. Porém, pela nossa experiência, recomendamos arquivos com no máximo 10.000 URLs. Caso seja necessário, poderá ser criado mais de um arquivo, como por exemplo sitemap1.xml, sitemap2.xml, etc.O arquivo sitemap.xml pode ser criado de 3 formas:

Como submeter ao Google um Sitemap.xml

Uma vez gerado o (ou os) arquivo(s) sitemap, este deve ser colocado preferencialmente no diretório principal do site. Em seguida, deve ser informados ao Google a localização e nome do arquivo. Existem duas formas para isso:

Opção 1: Google Webmaster Tools

ferramenta para Wemasters do Google possui uma área onde webmasters podem submeter seus sitemaps xml e acompanhar o status de indexação das páginas e arquivos submetidos. Essa área é acessada em Otimização -> Sitemaps. Veja na figura abaixo um exemplo:

Sitemap no Google Webmaster Tools

Opção 2: Robots.txt

Como vimos no tópico anterior deste tutorial SEO, é possível informar ao Google e demais sites de busca a localização dos arquivos sitemap.xml através do robots.txt. Clique e saiba mais.

O novo protocolo Sitemap

Um novo protocolo para Sitemaps reconhecido pelo Google disponibiliza recursos adicionais para um maior controle do robô do Google. As vantagens do novo padrão são resultados de pesquisa mais atualizados e rastreamento mais eficiente, pois são fornecidos aos buscadores informações específicas sobre detalhes das páginas de seu site, como a frequência de atualização desejada e a relevância de determinada página.

 

Marcações XML para Sitemaps

Para explorar todas as novas funcionalidades, o arquivo deve ser criado no formato XML, embora exista também o formato TXT. O arquivo TXT será uma simples lista de URLs. O sitemap baseado em XML, por outro lado, permite que além de submeter as URLs, seja informada a prioridade de cada página, frequência de atualização e última modificação executada.

Para usar os recursos do novo modelo de Sitemap, siga as regras do formato XML e adicione as tags específicas:

  • <xml> segue as especificações requeridas para submissão no Google;
  • <urlset> indica o início e fim do conjunto de URLs a serem rastreadas;
  • <url> indica o início e fim de uma URL individual;
  • <loc> localização da URL completa da página informada;
  • <lastmod>, uma tag opcional com a data da última modificação;
  • <changefreq>, uma tag opcional sugerindo a freqüência que o robô deve executar o rastreamento;
  • <priority>, uma tag opcional informando a prioridade da URL especificada em relação às demais URLs contidas no arquivo.

Exemplo:

<urlset xmlns=”http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9″>
<url>
<loc>http://www.seusite.com.br/index.html</loc>
<changefreq>weekly</changefreq>
<priority>0.9</priority>
</url>

<url>
<loc>http://www.seusite.com.br/quem-somos.html</loc>
<changefreq>weekly</changefreq>
<priority>0.5</priority>
</url>
</urlset>

Mais detalhes sobre o protocolo sitemap podem ser encontrados no site sitemaps.org.

Exemplos Reais de Sitemaps

  • Sitemap Webmotors – possui um diretório de Sitempaps apontando para sitemaps segmentados, como o sitemap institucional, um sitemap simples de compreender;
  • Sitemap do Google (cuidado, arquivo muito pesado, pode travar o seu navegador. Use um editor XML para visualizar corretamente as tags XML ou mesmo o Wordpad do Windows).

Tópicos Relacionados

Deixar o Googlebot encontrar as páginas de seu site é mais eficiente do que confiar no sitemap.xml.

FERRAMENTAS SEO GRÁTIS

18 Ferramentas que não podem faltar em seu trabalho de otimização

Um trabalho de SEO é um trabalho complexo, que envolve elementos internos e externos do seu site. Criamos este guia de ferramentas SEO grátis para facilitar o trabalho de pessoas interessadas em otimizar seus sites. Avaliamos funcionalidade, limitações das versões gratuitas e principalmente simplicidade de uso. Podemos classificar as ferramentas SEO em 3 categorias:

  • Ferramentas online – Vários sites oferecem serviços como, por exemplo, visualização de PageRank, pesquisa de palavras-chave, análise de on-page SEO e backlinks. Várias delas executam os requests ao Google em seus servidores, eliminando o risco de que a sua rede seja temporariamente bloqueada pelo Google, caso este identifique um número muito grande de buscas num curto espaço de tempo;
  • Plugins de Navegadores – O Firefox, o Chrome e o Internet Explorer (um pouco de sarcasmo para tornar este tutorial mais leve) possuem plugins que são verdadeiros canivetes suiços de SEO, como o SEO Quake.
  • Ferramentas standalone – Instaladas em seu computador, fazem análise de posicionamento e simulam robôs, como alguns exemplos de funcionalidades oferecidas.

Abaixo você encontra as ferramentas SEO gratuitas que avaliamos e recomendamos para o seu dia a dia. Muitas delas são utilizadas em nosso trabalho regular de SEO para clientes. Além das ferramentas gratuitas, existe um grande número de ferramentas pagas, que não serão abordadas neste tópico do tutorial. Podemos destacar nessa categoria as ferramentas SEOmoz e a versão paga do SEMRUSH.


Ferramenta de Visualização de PageRank

Nossa escolhida: Quirk Seach Status

Background: O PageRank foi o princípo do algoritmo do Google. Desenvolvido por Larry Page, CEO do Google, determina a relevância de páginas com base na quantidade e importância dos links apontando para estas.

Uma ferramenta SEO simples e rápida é a Quirk Search Status, um plugin para o Firefox, e uma de nossas favoritas, pela simplicidade e rapidez com que exibe as informações. Permite visualizar facilmente o toolbar PageRank e o MozRank, índice criado pelo SEOmoz, das páginas visitadas. As informações são visualizadas no rodapé do navegador:

Recomendamos configurá-la como na tela acima. Para isso, clique no símbolo similar a @ com o botão direito, entre na opção Options e edite as opções conforme abaixo:

 

Quirk Search Status


Ferramenta de visualização de cache Google

Nossa escolhida: novamente Quirk Search Status

Background: O que você vê nos resultados do Google não é o que necessariamente está na internet. Ao navegar por uma página, você pode querer saber se a versão que você vê na tela é a mesma que o Google tem idexada em seus servidores. Isso pode ser útil para entendermos, por exemplo, por que às vezes o Google nos direciona para uma página onde a palavra-chave buscada não é encontrada. Podemos mapear se a causa é uma versão desatualizada do cache ou uma prática black-hat.

A ferramenta Quirk Search Status permite rapidamente visualizar o cache no Google de páginas visitadas. Basta clicar com o mouse no botão direito do visualizador de PageRank (a barrinha verde com o texto PageRank acima) e depois em Show Cache, exibindo a versão no cache do Google da página.

search status


Ferramenta de análise de Meta Tags

Nossa escolhida: mais uma vez, Quirk Seach Status

Background: As Meta Tags são as informações geralmente exibidas nos resultados de busca do Google. São visualizadas examinando-se o código-fonte da página ou através de ferramentas específicas.

Mais uma vez a ferramenta Quirk Search Status permite-nos rapidamente visualizar a informação desejada. Clique com o botão direito no botão azul @ e escolha a opção Meta Tags… O resultado é um pop-up com os meta tags da página. O texto de cada um dos meta tags pode ser facilmente copiado para a área de transferência de seu computador após clicarmos com o botão direito no texto desejado.

alt=”Quirk Search Status”Meta Tags Terra


Ferramenta de análise de Heading Tags H1, H2, H3

Nossa escolhida: Style Killer

Background: As Heading Tags, com destaque para H1 e H2, foram criadas para destacar títulos e sub-títulos no código HTML de uma página. Títulos são, por princípio, são o tema de uma página, e são por isso considerados com um importante elemento de posicionamento no Google. São visualizadas examinando-se o código-fonte da página ou através de ferramentas específicas.

Style Killerplugin do Google Chrome, foi desenvolvido em algum país do extremo oriente e mostra na página analisada o posicionamento das Heading Tags. Veja mais detalhes do funcionamento do Style Killer e da importância das heading tags para SEO na nossa página do Tutorial sobre Heading Tags.


Background: A construção de links para um site, conhecida como link building, e consequentemente a análise dos links para nosso site e de nossos concorrentes, é parte fundamental de um trabalho de SEO. Desde que o Yahoo deixou de exibir  backlinks no Yahoo Site Explorer, a qualidade das ferramentas de análise de backlinks (links apontados para um site) caiu bastante. As ferramentas mais eficientes têm seus próprios robôs para mapear os links encontrados nas páginas da internet, simulando os robôs como o Googlebot. Desenvolver, armazenar e processar este tipo de informação não é barato, e por isso a maior parte das boas ferramentas de análise de links são pagas.

Nossa escolhida: Google Webmaster Tools

Ferramenta para Webmasters do Google mostra de forma clara a maior parte dos links apontando para suas páginas, sejam links internos ou externos. Esse é, na verdade, a sua principal desvantagem, pois é possível visualizar apenas os backlinks apontados para sites atenticados pela ferramenta. Não é possível fazer através dela a análise de links para concorrentes.


Nossa escolhida: SEMrush

Background: Uma eficiente estratégia de link building é mapear os links apontando para os sites dos concorrentes do site que você pretende otimizar.

SEMrush, uma ferramenta online, oferece temporariamente na fase beta a sua ferramenta de backlinks gratuitamente. A ferramenta mostra a URL de origem e destino do link, texto contido no link (anchor text), se o link é follow e nofollow e é, por enquanto, a nossa ferramenta escolhida para análise de links apontados para os sites de concorrentes. Ao entrar na ferramenta, digite o nome do domínio a ser analisado e escolha a opção BR – Brasil. Entre na opção Backlinks e veja como os resultados são exibidos:


Ferramenta de tempo de carregamento de página

Nossa escolhida: Page Speed Insights, do Google

Background: O tempo de carregamento de uma página afeta diretamente a experiência do usuário, e por isso é um dos fatores avaliados pelo Google ao rankear o seu site.

A Ferramenta Page Speed Insights oferece, de forma detalhada, sugestões de melhorias de código para diminuir o tempo de carregamento de página. Digite a URL a ser acelerada na tela inicial do Page Speed Insights e realize as alterações sugeridas, começando pelas críticas. Procure aumentar o seu score de otimização para aima de 90. Note que, no exemplo abaixo, a página do Google Chrome atingiu o score de 89.


Ferramenta de análise de posicionamento no Google

Background: Para saber se o seu trabalho de SEO está dando resultado, verifique no Google Analytics o crescimento de tráfego orgânico e monitore através de alguma ferramenta o posicionamento de seu site nos resultados Google.

Nossa escolhida: SEObook Rank checker

plugin do Firefox SEOBOOK Rank Checker foi nossa ferramenta escolhida, pois permite rapidamente e facilmente visualizar o posicionamento de um site no Google, Yahoo e Bing. Para pesquisar o posicionamento de diversas palavras-chave ao mesmo tempo, entre na opção Add Multiple Keywords. Por ser rodada a partir do computador, pode eventualmente ter seus resultados bloqueados pelo Google e Yahoo, caso estes percebam um número elevado de buscas num curto espaço de tempo. Sugerimos colocar sempre o nome da empresa como o último resultado a ser avaliado. Caso o posicionamento dessa palavra institucional seja “traço”, desconsidere a análise, espere 1 hora e repita a operação aumentando o intervalo entre as buscas nas opções da ferramenta.


Ferramenta de rastreamento de erros 404 e redirects

Nossa escolhida: Xenu

Background: Erros 404 indicam que o robô não conseguiu encontrar a página pesquisada. Uma página que o Google não encontra, depois de um certo tempo, é removida do índice do Google. Redirecionamentos indicam que o robô foi redirecionado a outra página. Uma página redirecionada para uma página incorreta pode significar a perda de posicionamento para aquela página. Assim, ter uma visão das páginas com erro e redirecionadas de seu site é parte importante de seu trabalho de otimização, principalmente quando este trabalho envolve a migração do site ou a troca massiva de URLs.

Robôs são ferramentas que, a partir de uma página, lêem o conteúdo de um site e seguem os links, mapeando assim todas as páginas crawleáveis (nem tente procurar esse termo num dicionário) de um site. O Xenu’s Link Sleuth é um robô velho que dói. O site para download desta ferramenta standalone parece ter sido desenvolvido no meio da década de 90. Qualquer pessoa de bom senso terá um grande receio em clicar em qualquer link da página. Mesmo assim, foi a nossa escolhida por sua simplicidade e eficiência. Após instalá-la, entre com a URL do site a ser rastreado e espere o fim do crawling. Ao final, é gerado um relatório detalhado com erros 404 (páginas não encontradas), redirecionamentos, links apontados para o site e um mapa HTML do site. Permite também varrer um site a partir de uma lista de URLs fornacida em um arquivo .TXT.

Alternativa

Ferramenta para Webmasters do Google mostra as páginas que o Googlebot não encontrou em seu site. Dessa forma, exibe também páginas inexistentes em seu site sendo apontadas por outros sites.


Browsers de texto

Nossa escolhida: BrowSEO

Background: Os sites de busca armazenam texto. É importante podermos analisar exatamente qual e quanto texto o Googlebot conseguiu ler em nossas páginas. Para isso, podemos examinar a versão em texto do cache do Google ou usar ferramentas específicas.

BrowSEO é muito mais do que um Browser de texto. Mostra-nos as heading Tags, textos alternativos das imagens, quantidade de palavras-chave na página, meta tags, redirects e heading tags.

Browseo


Ferramenta para gerar Sitemap.xml

Nossa escolhida: XML Sitemaps

Background: Para acelerar a indexação de páginas, vídeos e imagens, podemos enviar aos sites de busca arquivos XML com a estrutura de nosso site.

A ferramenta XML Sitemaps permite facilmente gerar um sitemap.xml para ajudar o Google e os demais sites de busca a compreender melhor a estrutura de seu site, aumentando a quantidade de páginas indexadas, e com isso auemntando o tráfego orgânico do site. A versão online, gratuita, gera sitemaps com até 500 páginas. Após gerar o arquivo, não se esqueça de submeter o sitemap ao Google.


Identificador do país de hospedagem do site

Nossa escolhida: Flagfox

Background: O país de hospedagem do servidor, assim como o domínio (ex.: .com.br), a língua do conteúdo e o país definido no Google Webmaster Tools, são elementos que ajudam ao Google a definir para quais países o conteúdo do site deva ser melhor rankeado no Google.

A ferramenta Flagfox informa, graficamente na barra de endereço do Firefox, o país de hospedagem do site. Ao clicar na bandeira, exibe detalhes da hospedagem.


Ferramenta para visualizar links com nofollow

Nossa escolhida: Pela enésima vez, Quirk Search Status!!!

Background: Links no-follow, por via de regra, não são computados pelo Google em seu algoritmo de PageRank. Ao fazer o trabalho de pesquisa de links, saber rapidamente se os links de uma página terão algum efeito ou não em nosso trabalho de SEO pode economizar-nos valiosos minutos.

O plugin para Firefox Search Status permite visualizar facilmente quais links de uma página estão com a tag nofollow. Os links com nofollow aparecem destacados num quadrado alaranjado com bordas tracejadas, como no exemplo abaixo:

Alternativa

Para quem usa o Chrome, o Plugin NoFollow, como seu sugestivo nome já indica, destaca na tela links no-follow e páginas com  meta robots noindex e nofollow.


Nossa escolhida: SEO Quake

Background: O PageRank de uma página é passado às páginas de destino dos links. Porém, é dividido entre cada um dos links apontados para outras páginas. Supondo que uma página tenha o total de PageRank 1000 (lembre-se que o PageRank real é diferente do toolbar PageRank de 1 a 10, visualizado em um grande número de ferramentas) a ser distribuído entre os links. Caso essa página tenha 100 links, internos ou externos, o valor de PageRank 10 será passado a cada um dos links da página. Daí a importância de contarmos os links de uma página, ao buscarmos links para nosso site. Quanto menos links, melhor, pois “sobrará mais PageRank” para nosso link.

O Plugin para Chrome e Firefox SEO Quake mostra um conjunto de dados relevantes para o seu trabalho de SEO, incluindo o total de link internos (apontados para páginas no mesmo site) ou externos (apontados para fora do site). Entre parênteses, quando houver, será exibida a quantidade de links nofollow.


Ferramenta de densidade de palavras-chave

Nossa escolhida: SEO Quake

Background: A quantidade de vezes que uma palavra-chave é repetida em uma página é um indício para o Google de que ela é importante no contexto da página. Algumas ferramentas fazem a contagem dessas palavras-chave, agrupadas por número de palavras.

O Plugin para Chrome e Firefox SEO Quake mostra rapidamente a ocorrência de repetições de palavras-chave em uma página. Com o plugin habilitado, após carregar a página, clique na opção Info ou Page Info do menu do SEO Quake e navegue até o fim da página. Você poderá examinar quantas vezes cada palavra-chave foi trabalhada no conteúdo da página. Veja por exemplo a ocorrência de palavras-chave compostas de 4 palavras na página do Google Chrome:

Densidade de Palavras-chave

É possível também visualizar a mesma informação clicando-se no link Density da barra de trabalho do plugin, caso ela esteja habilitada.

Densidade de Palavras-chave

Alternativa

A ferramenta Ranks.nl oferece uma visualização gráfica da densidade de palavras-chave. Porém, apresenta uma série de limitações na versão não paga, e por isso não foi a nossa escolhida. Mas vale a pena conhecê-la.


Ferramenta de checagem de redirecionamentos de uma página

Nossa escolhida: BrowSEO

Background: Redirecionamentos indicam que o servidor redirecionou a URL checada para outra página. Uma página redirecionada para uma página incorreta pode significar a perda de posicionamento para aquela página. Assim, ter uma visão das páginas redirecionadas de seu site é parte importante de seu trabalho de otimização, principalmente quando este trabalho envolve a migração do site ou a troca massiva de URLs.

A vantagem do BrowSEO em relação a outros Redirect Checkers é o fato de apontar visualmente os diversos redirecionamentos, caso a página possua mais de um:

Redirect Checker - Browseo


Ferramenta de pesquisa de palavras-chave

Nossa escolhida: Google AdWords Keyword Planner

Background: Um trabalho eficiente de SEO começa com a escolha correta das palavras-chave que queremos aparecer bem posicionados. É importante termos uma palavra-chave trabalhada por página, e palavras-chave complementares para cada página, aumentando a possibilidade de aparecermos para buscas long tail.

A ferramenta de pesquisa de planejamento de palavras-chave do Google substituiu a antiga ferramenta de palavras-chave, conhecida da maioria da comunidade SEO. A nova ferramenta exige que o usuário tenha uma conta AdWords. Considerando que é possível criar uma conta AdWords sem realizar um pagamento inicial, a ferramenta continua caindo em nossa categoria de ferramentas gratuitas. Veja como ela exibe resultados de volumes de busca para a palavra CARRO:

Volume de pesquisas - carro

  1. Digite a palavra-chave para a qual queremos o volume da busca e variações
  2. Defina o país. língua e redes de busca para a qual quer saber o volume de busca.
  3. Palavra-chave buscada
  4. Volume de buscas médias mensais, segundo os filtros estabelecidos no item 2, para a palavra-chave buscada
  5. Variações e resultados de busca dessas variações

Ao contrário da antiga ferramenta de palavras-chave, que permitia escolher o tipo de  correspondência de palavra-chave, no AdWords Keyword Planner o volume de buscas é exibido para a correspondência exata, que de qualquer forma já era a correspondência que recomendávamos.


Ferramenta de viagem no tempo existe?

Nossa escolhida: Wayback Machine

Background: Quer saber por que o seu site rankeava bem (ou mal) alguns anos atrás? Quer recuperar um conteúdo que sumiu na última migração de site? Saber como o seu site, ou de seus concorrentes, estava programado no passado pode ajudar a definir os próximos passos de otimização SEO.

A  Wayback Machine armazena algumas cópias de páginas de sites e permite escolher a data que queremos analisar. Uma grande vantagem para SEO é que a página escolhida exibe os meta tags da página naquele período, visualizando-se o código fonte da página. Olhem só como era a página do Terra no início do milênio….

Como era o site do Terra em 2000

 

BLACK HAT SEO E WHITE HAT SEO

Saiba quais são as implicações destes diferentes tipos de técnicas

Existem duas vertentes da Otimização de Sites (Search Engine Optimization). Uma é chamada de White Hat SEO (chapéus brancos) e a outra de Black Hat SEO (chapéus pretos). Não é difícil de adivinhar que uma segue as diretrizes do Google e demais buscadores, enquanto a outra procura brechas nos algoritmos dos mecanismos de busca para melhorar o seu posicionamento nas páginas de resultado (SERP) ao utilizar técnicas “sujas”.

Black Hat SEO (Chapéus Pretos)

Black Hat é um termo utilizado na informática para se referir as pessoas ou técnicas que visam atingir um objetivo sem a autorização do órgão, empresa ou pessoa responsável. Esse objetivo pode ser a entrada em um sistema protegido, monetização por meios não autorizados ou o acesso às informações confidenciais.

O Google procura sempre oferecer aos usuários o resultado mais relevante à busca por ele efetuada. Os sites relevantes aparecem mais bem posicionados. Estima-se que o Google utilize em torno de 200 variáveis para definir o posicionamento de um site para cada palavra-chave. No mundo SEO, Black Hat se refere a um conjunto de técnicas que têm o objetivo de manipular as principais variáveis para enganar os mecanismos de busca, oferecendo-lhes, geralmente, conteúdo diferente do proposto.




Extraído das diretrizes para webmasters do Google, temos o seguinte texto, que descreve algumas técnicas comumente usadas em sites Black Hat SEO:

Como o Google reage aos sites com Black Hat?

O Google afirma identificar a grande parte de truques para manipular os seus resultados. De fato, cada vez mais o Googlebot procura “emular” o comportamento das pessoas e, entre os principais mecanismos de pesquisa, é de longe o que melhor realiza essa tarefa. Além disso, o Google oferece um endereço para que webmasters denunciem sites que possam ser considerados spam ou que tenham inflado artificialmente os seus posicionamentos para determinadas palavras-chave. É preciso ter pelo menos um site cadastrado no Google Webmaster Tools para poder acessar essa ferramenta: https://www.google.com/webmasters/tools/spamreport?hl=pt_br.

Os mecanismos de busca podem tomar diversas ações, dentre elas:

  • Desconsiderar de seu algoritmo o que considera irregular, sem penalizar o site
  • Penalizar o site com a perda de posições na tela de resultados
  • Desindexar (apagar) o site de seu índice

O fato é que, infelizmente, nem todos os sites são detectados ou penalizados pelos buscadores. A SEO Marketing criou uma área em seu site para analisar sites que utilizem técnicas Black Hat e que estejam bem posicionadas nos buscadores, para monitorar o tempo que leva para que detectem as irregulariedades e tomem uma ação em cima.

Ferramentas para detectar sites com Black Hat SEO

Dois programas (em inglês) podem ajudá-lo a detectar sites que utilizam técnicas Black Hat SEO:

  • Search Engine Spam Detector: identifica texto invisível, texto que foge de padrões naturais de linguagem, palavras-chave demasiadamente enfatisadas, ou doorway pages.
  • Copyscape: Verifica a existência de páginas com conteúdo duplicado ao seu na web.

White Hat SEO

As White Hat SEOs seguem por via de regra as diretrizes dos mecanismos de busca para conseguir melhorar o seu posicionamento. Trabalham o conteúdo do site, se engajam em prática de troca de links que sejam coerentes com o seu conteúdo, não compram links com o simples propósito de subir no posicionamento do Google. Os resultados obtidos por sites white hat costumam demorar um pouco mais para aparecer, mas o risco de ser penalizado pelo Google e desaparecer dele é baixíssimo.

É no mínimo preocupante que um site com esses truques não tão difíceis de identificar tenha chegado ao primeiro lugar no Google. Submeta a URL de um site Black Hat para que nós acompanhemos o seu desempenho nos Search Engines.

Para relaxar, veja um vídeo que um pessoal da SEO Marketing fez, tirando uma paródia do Black Hat.

 

LINK BUILDING

Link Building é um conjunto de estratégias com o objetivo de construir links externos que apontam para determinado site, com a finalidade de influenciar e melhorar a popularidade dele nos mecanismos de busca, além de gerar tráfego.

Deve-se levar em consideração três pontos importantes no processo de link building: quantidade, qualidade e relevância para conquistar um melhor posicionamento no buscador. Um link serve como um voto. Quanto melhor for a origem do link, maior o valor que ele vai passar para o site apontado. Os votos possuem pesos diferentes de acordo com vários fatores.

Para analisar a evolução da construção de links para um site, é necessária a utilização de ferramentas especialmente desenhadas para este propósito. Essas informações são fornecidas com base em alguns sistemas, como Open Site Explorer e dos próprios buscadores como Bing e Google. É importante notar que pode existir uma quantidade indefinida de links adicionais apontados para o site, os quais não são capturados pelas ferramentas disponíveis no mercado.

O Link Ideal

O link ideal pode se dar por vários fatores, mas o importante deles é o texto âncora, por onde devemos começar, que está indicando para o seu site. É ele que vai ajudar o buscador a identificar os termos que estão relacionados ao site e, entre outros fatores, posicioná-lo melhor para as palavras-chave indicadas.

Existem três formas diferentes de trabalhar o texto âncora em um link:

  • Conheça o tutorial Google da SEO Marketing. Clique aqui;
  • Conheça o tutorial Google da SEO Marketing em http://www.seomarketing.com.br;
  • Conheça o tutorial Google da SEO Marketing.

Dos três exemplos acima, podemos notar que o primeiro âncora apresenta um termo de baixa relevância para o site – o “clique aqui” não diz nada sobre o conteúdo da página apontada.

O segundo, portanto, fortalece a URL do site. O usuário que buscar pela URL ou o termo contido nela nos buscadores irá encontrá-la melhor posicionada, mesmo que sua estratégia seja fortalecer o termo contido na URL do site. Usá-la como texto âncora não é interessante. Já o terceiro exemplo mostra aos mecanismos de busca, por meio da palavra-chave, o conteúdo correto relacionado à página de destino. Dessa forma, o link em “tutorial google” é o texto âncora ideal.

,p>Para categorizar um link como ideal devemos levar em conta também o site onde ele está. Citações em sites que não fazem relação alguma com o site linkado, como um relacionado ao futebol recebendo um link de um outro de moda e fofoca, não soa como algo natural. O link deve estar em seu habitat natural, ou seja, ele precisa fazer sentido no lugar onde está inserido. Deve haver uma relação contextual entre o site que está linkando e o aquele que está recebendo o link.

Unindo esses dois fatores, podemos chegar ao link perfeito e trazer qualidade e relevância ao seu site por meio de um link.

Definições e Métricas

PageRank: Índice de popularidade criado pelo Google, o qual atribui uma nota entre 0 e 10 para cada página do site. Este valor é calculado com base na quantidade de links e no PageRank de cada página de origem do link;

Autoridade do Domínio (Domain Authority): Métrica criada pelo SEOmoz, que determina o potencial que determinada página tem de se posicionar bem, entre os resultados das buscas realizadas nos sites de busca. Leva em consideração elementos como diversidade de links, proporção de links follow e nofollow, qualidade e quantidade dos links de saída, entre outros;

Domínios Únicos: Em alguns casos, um único link no rodapé de um site pode gerar dezenas de links, mas esta pode ser uma visão distorcida, visto que nestes casos, o Google pode considerar como sendo apenas um link. Por isso é necessário identificar os domínios únicos, ou seja, sites diferentes;

Texto Âncora (Anchor Text): É o texto que aparece em um link. Geralmente, este termo é visualizado com cor diferente e sublinhado. O texto âncora é um importante elemento de link building, pois os buscadores levam este termo em consideração para definir a relevância da página de destino do link ao- termo contido nele, considerando-o relavante pra aquela página;

Nofollow: Para evitar o SPAM em sites de conteúdo colaborativo, os buscadores adotaram este atributo que, ao ser incluído na tag de link, não é considerado pelos robôs de busca. Este atributo é geralmente usado em sites de redes sociais, comentários de blogs, Wikipédia, entre outros;

Outbound: É a quantidade de links externos de uma determinada página.

O processo de Link Building

No processo de Link Building, deve-se levar em conta que os links conquistados para o site devem ser apontados às páginas importantes – e não apenas a página inicial (home) -, para uma melhor distribuição dos links.

Geralmente começamos o processo de link building com uma análise dos backlinks do principais concorrentes online de site. Como os links são um dos fatores de maior peso no alorítmo do Google, analisar os links dos sites que ocupam as primeiras posições para as palavras-chave que deseja obter um bom posicionamento é uma obrigatoriedade. Com isso conseguimos definir estratégias e identificar sites onde é possível conquistar um link

Estratégias de Link Building

Antes de mais nada, gostaríamos de ressaltar que listamos apenas algumas das muitas estratégias de link building que utilizamos aqui na SEO Marketing quando estamos conquistando links para os sites de nossos clientes.

Guest Post

Guest Posts ou Guest Blogging são artigos publicados em blogs ou sites de nicho. Eles são escritos por outras pessoas, que não o dono. Esses artigos são uma boa oportunidade para conquistar novos links, porque os blogs fazem uma referência linkando o autor do post. Além disso, também é possível incluir um link para o site no texto por meio de uma palavra-chave importante.

Infográficos

Infográficos são uma ótima fonte de informação e conteúdo que, na maioria das vezes, geram muitos links para o site. É o que chamamos de Link Bait – conteúdo de qualidade com alto potencial de linkagem.

Parceiros Comerciais

De todas as estratégias de link building essa é uma das mais fáceis, pois basta pedir para clientes, fornecedores, prestadores de serviços ou qualquer outro tipo de parceiro comercial que tenha um site a inclusão de um link apontando para seu site.

Google Penguin Update

Penguim é a mais recente atualização algorítmica do Google. Oficialmente, foi confirmada em 24 de abril de 2012 pelo próprio buscador, por meio de seu blog oficial “Inside Search”.

De acordo com dados oficiais, a atualização deve afetar entre 3% a 5% das buscas nas línguas inglesa, alemã, turca e árabe, mas deve se estender a todos os idiomas em breve.

Basicamente, a atualização Penguim foi criada para combater webspam com foco principal na qualidade de links externos que um site possui.

Leia mais sobre a essa e outras atualizações do Google em Google Updates

Disavow links

Ao longo do tempo foi desenvolvida uma prática de Link Building Reverso (Negative SEO), ou seja, seu concorrente conseguia links maliciosos e de baixa qualidade para você, para que o Google entendesse que seu site estava usufruindo de tecnicas sujas para ficar bem posicionado. Por esse motivo o Google criou a ferramenta Disavow Links, onde você pode pedir ao Google que desconsidere links maliciosos que você encontre apontados para seu site.

 

AS PENALIDADADES DO GOOGLE

Confira aqui os diversos tipos de penalização que o Google pode emitir

Penalidades no Google é um dos temas mais polêmicos na área de SEO, até por não haver muitas referências oficiais do site com relação a elas. Elas se referem à perda de posicionamento ou total banimento do site na tela de resultados do Google. Existe muita boataria nos fóruns da internet a respeito dessas penalidades, por isso, use muito o bom senso em tudo o que ler a respeito. Muitas das supostas “advertências” podem, na verdade, ser atribuídas a alguma variação do algoritmo ou à perda de um link importante apontando para o site.

Um site pode ser penalizado por não obedecer às diretrizes de qualidade do Google. As causas mais comuns são cloaking, texto e links ocultos, redirecionamentos mal-intencionados, conteúdo duplicado (geralmente copiado de outros sites) e conteúdo gerado dinamicamente.

Na maioria das vezes, o webmaster sabe os motivos da penalização, pois a maior parte dos truques foram feitos de maneira proposital. Há casos em que o webmaster recebeu a punição sem saber que infrigiam alguma das diretrizes do Google, por exemplo, ao utilizar diversos domínios não propriamente redirecionados.

Veja abaixo algumas formas de penalização de um site.

Penalização Manual

Um funcionário do Google examina o seu site e decide penalizá-lo por alguma violação de suas diretrizes de qualidade. Geralmente, esse modo de penalização ocorre quando algum usuário denuncia o site por meio da interface para webmaster do Google. Parece estar frequentemente relacionado aos fatores externos do site, como compra e troca de links.

Penalização Algorítmica

Parece acontecer quando o Google identifica automaticamente, com o seu algoritmo, alguma falha grave no site, como por exemplo repetição excessiva de palavras (keyword stuffing). Geralmente, apenas um pequeno grupo de palavras-chave é penalizado.

Devido as constantes atualizações algorítmicas do Google (Google Updates) dos últimas anos esse tipo de penalização passou a ser uma constante na vida de webmasters e SEOs de todo o mundo. Destaque para as duas autalizações: Google Panda e Google Penguin

Tipos de penalidades do Google

-30 Penalty

Perda de 30 posições no ranking. Se antes você aparecia em primeiro, passa a aparecer após o resultado de número 30, isto é, após a 4ª página do resultado de busca. Todos os seus posicionamentos caem em 30 posições, inclusive para a busca pelo nome de sua empresa.

-950 Penalty

Perda de 950 posições no ranking do Google. Ao contrário da penalidade -30, esta parece afetar apenas um grupo de palavras-chave, não o site todo.

Exclusão do Índice

Essa penalidade não é boataria, pois o Google remove o índice dos sites que não estão de acordo com as suas diretrizes. O fato mais conhecido? BMW alemã. O site simplesmente desapareceu dos resultados do Google. Como identificar? Digite “site:(oseusite).com.br” na busca do Google. Se não retornar nenhum resultado, ou o site ainda não foi indexado pelo Google ou sofreu uma penalidade de exclusão.

Posição 6

Sites de longa data caem da posição 1 ou 2 para a posição 6. Não existem muitos dados a respeito dessa penalidade, mas parecem estar relacionados ao Link Building. Matt Cutts, do Google, entrou na discussão e negou conhecer qualquer penalidade desse sentido.

Como se recuperar de uma penalidade do Google?

Acesse o Google Webmaster Tools (Ferramentas para Webmasters) e verifique se recebeu uma mensagem do Google informando a penalidade. Recorra a causa da penalização do Google por meio do pedido de reconsideração ou remoção da penalidade de posicionamento. É importante você concordar com o Google de que cometeu uma violação de suas diretrizes e afirmar que já removeu o problema.

Penalidades Google – Leitura Recomendada

CACHE DO GOOGLE

O que é o Cache do Google?

Para poder calcular e exibir em décimos de segundo os resultados de busca, o Google utiliza-se de uma cópia das páginas de sites na internet rastreadas por seu robô Googlebot, armazenadas em seus servidores. Essas páginas são chamadas de cache Google e juntas compõem o índice do Google. Assim, os resultados que vemos na tela de resultados dos sites de busca foram calculados com base nessa cópia das páginas. A cada nova passagem do Googlebot pela página, o Google verifica se houve alguma alteração em seu conteúdo. Em caso positivo, são recalculados os diversos fatores que influenciam o posicionamento da página nas buscas (densidade de palavras-chave, negritos, nome de imagens, dentre muitos outros) e essas alterações serão eventualmente refletidas num melhor ou pior posicionamento nos resultados de busca.



Como visualizar o cache Google

Existem diversas fomas de se visualizar o cache Google. Mencionamos abaixo 3 delas:


1. Se você souber a URL da página que quer visualizar o cache, digite “cache:(página a ser pesquisada)” no campo de busca do Google. Por exemplo, para visualizar a versão armazenada da página de notícias da região sudeste do site da Climatempo, faça uma busca por cache:www.climatempo.com.br/noticias/sudeste/ .

cache google climatempo

O resultado mostra a última versão da página armazenada no Cache Google. É baseado nesse conteúdo que o Google calcula o posicionamento da referida página para as suas buscas, e não no conteúdo atual da página, que pode ter sido alterado desde a última visita do Googlebot. Preste atenção na data exibida no cabeçalho do resultado. Neste caso, a busca foi realizada no dia 5 de Maio de 2013, e o cache do Google exibia os dados rastreados pelo Googlebot no dia 4 de Abril de 2013, ou seja, mais de um mês de atraso.

cache google climatempo em 5/5/2013


2. Para visualizar o cache de uma página diretamente dos resultados do Google, clique na pequena seta verde logo após a URL de visualização no resultado de busca orgânico (não patrocinado) e escolha a opção Em Cache.

como ver o cache google

Para visualizar o cache Google do cache das páginas de um site específico, basta fazer uma busca por todas as páginas de seu site e localizar a página que queira visualizar o cache. Por exemplo, para visualizar o cache do Google de páginas do site Climatempo, faça uma busca no Google por “site:climatempo.com.br”. O resultado da busca será o conjunto de páginas do site da Climatempo contidas no índice do Google.

Assim como fizemos no exemplo anterior, clique então na pequena seta verde após a URL exibida junto à página desejada e escolha a opção Em Cache para verificar a versão armazenada no cache Google.


3. Uma terceira forma de se visualizar facilmente o cache de uma página é utilizar-se ferrramentas como o Quirk Search Status, que permite exibir rapidamente o cache de uma página que se esteja visitando.

search status


 

Versão “Somente Texto” do Cache

Para entender o contexto de uma página web e assim posicioná-la nos resultados de busca, o Google precisa processar o conteúdo em texto da página. Assim, um SEO experiente, ao visualizar o cache de uma página Google, fá-lo através da versão em texto do cache, que no final das contas, é o que mais interessa para o Google. É possível visualizar a versão de texto clicando no texto Versão somente texto no canto direito inferior do cabeçalho do cache exibido.

cache google texto

O resultado é uma página com textos e links contidos na página, sem formatação. A versão somente texto de uma página permite visualizar, por exemplo, textos escondidos em uma página, identificando técnicas de SEO Black Hat.

cache google (versão somente de texto)

 

Como evitar aparecer no cache do Google?

É possível orientar o Google a não armazenar as páginas de seu site no cache. Para isso, inclua o seguinte comando entre suas Meta Tags, antes da tag <body>:

<meta name=”robots” content=”noarchive”>

 

O que significa a data exibida na visualização do cache?

A data exibida no topo da página com o cache não necessariamente diz respeito à data em que a página foi alterada, e sim à data em que o Googlebot visitou a página pela última vez. Este vídeo em inglês de Matt Cutts, responsável pelo time de qualidade de resultados do Google, explica o funcionamento desse processo.

LINK EXCHANGE E LINK FARMS

O que são links?

Links são trechos da página de um site que apontam para as outras do mesmo portal ou de outros sites. São formas que o web designer tem para levar o visitante de sua página até outra (links internos) ou então para direcionar o visitante a outro site (links externos) que tenha alguma relação com o assunto tratado naquela página. Também é comum a existência de links para sites de amigos, sites de interesse público, e uma infinidade de outras finalidades.

No código HTML de cada página, os links tem uma sintaxe semelhante ao exemplo abaixo:

O link “Troca de links” possui em seu código HTML o seguinte dado:

<a href=”http://www.seomarketing.com.br/link-exchange.html”>Troca de links</a>

Backlinks, Inbound Links ou Links Entrantes

Trata-se de sites na internet que apontam para o seu site. Chamados de backlinks, inbound links ou links entrantes, eles são fatores de grande importância na definição do posicionamento de um site na página de resultados do Google (SERP). Além disso, também assumem o papel principal na definição do Page Rank de uma página. A lógica dos mecanismos de busca é que, se vários sites na internet apontam para um determinado site, esse deve ser a autoridade na internet no assunto ao que se refere à página.

Para verificar a quantidade de links apontados para o seu site, digite “link:www.oseusite.com.br” (trocando oseusite.com.br pelo seu domínio) no campo de busca do Google ou do Yahoo. Neste caso, o site do Yahoo apresenta resultados mais atualizados do que o Google que, propositalmente, mostra uma quantidade reduzida de inbound links.

Link Exchange (Troca de links)

Devido à sua importância, backlinks são um dos principais alvos de webmasters que querem subir rapidamente no posicionamento dos mecanismos de busca. A indústria de troca de links é muito forte fora do Brasil. Webmasters procuram ativamente trocar links com outros sites, algo como “eu aponto para você e você aponta para mim”. Com isso, sites ganham um grande número de backlinks e aumentam sua importância perante os mecanismos de busca.

Uma troca “natural” de links é saudável para a internet e para buscadores, pois ajuda a identificar sites que sejam a autoridade em algum tópico (ou palavra-chave, se pensarmos como o Google pensa). Links de sites de paraquedismo apontados para sites de bengalas para idosos, por outro lado, não agregam em nada e têm o simples propósito de aumentar a quantidade de links apontados para um determinado site. Existe, inclusive, sites na internet especializados em intermediar a troca de links com todos os tipos de sites.

Compra de links

Compra de links se refere à prática de comprar links em outros sites. Trata-se de uma prática comum e auxilia um site a aumentar a sua visibilidade. Pode acontecer por meio de links patrocinados, de uma imagem, banner online, janela pop-up, vídeo ou diversas outras formas. Uma grande quantidade de sites na internet são financiados por propagandas. O próprio Google tem quase a totalidade de seu faturamento vindo de venda de links aos anunciantes.

Diversos webmasters aproveitam desse mecanismo para subir artificalmente o seu posicionamento nos mecanismos de busca. Comprando links em sites espalhados pelo mundo, incluindo link farms (ver explicação abaixo), há o aumento do Page Rank e, consequentemente, sobe o posicionamento das palavras-chave nas páginas de resultados dos buscadores (SERP).

Link Farm (Fazenda de links)

Alguns sites na internet têm o único propósito de vender espaços para links pagos. Eles costumam organizar suas páginas em categorias, onde posicionam os links de seus “clientes”. Assim, como na troca exagerada de links, o link farms é um mecanismo usado para burlar o algoritmo do Google e afins, e visa dar ao site mais importância do que ele teria “naturalmente”.

O que pensam os buscadores sobre compra e troca de links?

Mecanismos de busca procuram sempre oferecer o resultado mais relevante possível aos usuários. Dessa forma, procura-se detectar práticas que burlam as suas diretrizes ao desconsiderar o algoritmo links que tenha origem duvidosa e o único objetivo de melhora no posicionamento nos resultados.

Google Penguin Update

O Google Penguin é uma atualização do Google com o objetivo de garantir que os resultados de busca possuam sites com links de qualidade, desconsiderando links suspeitos em sites que, por sua vez, podem perder o posicionamento caso dependam deles para ranqueamento.

Com isso, o Google mantém o seu propósito e faz com que os sites trabalhem para conseguir links de qualidade apontados para ele.

 

PAGERANK

O algoritmo que permite a classificação por relevância das páginas do seu site

Desenvolvido inicialmente por Larry Page com a posterior colaboração de Sergey Brin, fundadores do Google, o PageRank (representado por PR) foi a base para o surgimento do algoritmo do Google. Esse nome faz uma alusão ao criador (Larry Page) e ao fato de ser uma nota dada pelo Google às páginas indexadas em seus servidores. PR é uma das centenas de variáveis utilizadas pelo Google para definir quem aparece primeiro nos resultados naturais.

O PageRank de um site varia de 0 a 10. Poucos sites possuem PR=10, como o Google e a Casa Branca. No Brasil, para se ter um exemplo, a página inicial do UOL e do Terra alternam entre PR=6 e PR=8. Quanto mais alto for o PageRank, maior a possibilidade de um site aparecer bem posicionado na tela de resultados do Google.

O PageRank foi a grande sacada do Google para se tornar o site de busca preferido pela esmagadora maioria dos internautas. Inicialmente, os sites de busca se baseavam no seu algoritmo, principalmente, em elementos do próprio site. As Meta Tags e a densidade de uma determinada palavra na página e no site eram os fatores mais importantes para determinar o posicionamento do site. Esses elementos eram, porém, facilmente manipulados por webmasters que buscavam melhorar o posicionamento de seus sites no Google.

O Google criou então o PageRank, um mecanismo de “votos”. Cada link de uma página apontada para outra é considerada um “voto”, uma recomendação daquela página à página para onde o link se direciona. Quanto mais importante, isto é, quanto mais alto for o PageRank da página de onde sai o link, mais importante é o “voto” dado à página de destino.

Uma página que daremos o nome de A, que recebe vários links apontados para ela de outras páginas do próprio site ou de sites externos, acumula parte do PageRank oriundo dessas páginas. Com isso, essa página se torna mais importante a cada novo link recebido, pois o PageRank dos links que apontam para ela é somado. Quanto maior o PageRank de uma página, maior a quantidade de PageRank passado para as páginas para as quais ela aponta. Tente conseguir um link da página inicial de um grande portal e você verá o que acontecerá com o posicionamento de seu site.

Por consequência, as páginas para as quais nossa página A apontar, internas ou para outros sites, receberão mais PageRank e, com isso, se tornarão mais “importantes” para o Google.

Vale notar que a quantidade de PageRank que uma página pode passar é dividida pelo total de links que saem da página (que apontam para outras páginas). Se a página A tiver 100 links que apontam para outras páginas internas e de outros sites, cada página de destino desses links receberá apenas 1/100 do total de PageRank que a página A pode passar. Faça essa análise ao escolher sites para posicionar links para seu site.

Como visualizar o PageRank

Existem diversas ferramentas para se visualizar o PageRank. A mais comum, que a maior parte das pessoas inclusive já têm instalado, é o Google Toolbar.

pagerank toolbar

Alguns sites permitem visualizar o PageRank diretamente entrando-se a URL da página, como o do iwebtool.

É importante notar que o PageRank exibido por estas ferramentas é atualizado poucas vezes ao ano. Por isso, o PageRank que você vê não necessariamente reflete o PageRank atual daquela página. Algumas sites possuem ferramentas que procuram prever qual o PageRank atual da página, com esta. Essas estimativas são porém longe de ser confiáveis.

Toolbar PageRank x Real PageRank

Apesar de só atualizar o PageRank visível poucas vezes ao ano, o Google calcula constantemente o PageRank de uma página para efeito de posicionamento. Por isso, o PageRank visível (chamado também de Toolbar PageRank) não deve ser levado muito a sério. Se o seu site deu um pulo no posicionamento com as principais palavras-chave, provavelmente, você ganhou links importantes de sites com um PR alto, mas não necessariamente esse salto de PageRank aparece no Toolbar PageRank de seu site.

Toolbar PageRank varia de 0 a 10 e é apenas uma representação do PageRank real. O gráfico abaixo, dá um exemplo de como poderia ser o PageRank real. É importante notar que, quanto mais alto for o Toolbar PageRank, mais difícil será alcançar o próximo valor. Pular de PageRank 1 para 2 é muito mais fácil do que pular de PageRank 5 para 6.

escala pagerank

GOOGLEBOT, O ROBÔ DO GOOGLE

Veja como o Google descobre e armazena o conteúdo da internet

Na internet, robots, ou robôs, são aplicativos que percorrem a internet em busca de conteúdo com o objetivo de indexar ou verificar alterações ocorridas desde a última “visita” (Saiba como funcionam os sites de busca, no início do tutorial). Robots também são conhecidos como “indexadores”“bots” ou “crawlers”. Muito conhecidos na comunidade SEO, possuem até nome próprio. Os robots do Google são chamados de Googlebot, os robots do Bing de Bingbot, os robots do Yahoo de Yahoobot ou Yahoo! Slurp. Seguindo links de páginas, eles permitem aos sites de busca varrerem a internet para armazenar o conteúdo encontrado pelo caminho.

O que são links

Eles são comandos utilizados em páginas da internet que levam o internauta a outras páginas do mesmo site ou fora dele. Geralmente, o link aparece em destaque, com outra cor ou sublinhado.

Exemplo: clique no texto tutorial SEO e você será redirecionado ao início deste tutorial.

Como trabalha o Googlebot

Os robots começam seu trabalho em uma determinada página. Armazenam o conteúdo e mapeiam todos os links existentes nela. Em seguida, priorizam cada um dos links e começam a segui-los, a fim de armazenar o conteúdo e mapear os links encontrados, e assim sucessivamente.

Como controlar a ação do Googlebot

Nem todo o conteúdo de um site deve ser indexado pelos robots. Páginas de login, páginas repetidas e páginas de impressão são alguns exemplos. Existem algumas formas para impedir que o seu site seja visitado pelo Googlebot. Um deles é por meio do arquivo “robots.txt”. Temos neste tutorial, uma página dedicada ao robots.txt. Uma outra forma de controlar o acesso do Googlebot no site é pela Meta Tag “robots”.

 

CONTEÚDO RELEVANTE

O que você publica também propicia melhores posições nos resultados na busca por palavras-chave

Quem aparece primeiro nos resultados?

Um cliente satisfeito é um usuário que retorna. Da mesma forma, um usuário do Google que encontra rapidamente o que procura é um usuário que tende a voltar ao mesmo lugar para fazer novas buscas. O Google procura oferecer aos usuários resultados mais relevantes à busca realizada. Quanto maior for a relevância da busca com os resultados exibidos, maior a probabilidade do resultado ser a resposta que eles procuram.

A relevância do ponto de vista do Google

O Google classifica os sites nos resultados de busca com base no seu algoritmo. Há 200 variáveis, aproximadamente, segundo fontes do Google, que são utilizadas no cálculo da relevância. A cada busca realizada por um internauta para uma determinada palavra-chave, o Google calcula quais os sites de seu índice a serem exibidos para aquela que foi determinada. Assim, ele apresenta quais os sites mais relevantes à pesquisa efetuada pelo usuário. Podemos citar como fatores importantes para definir a relevância de seu site para a busca de determinadas palavras-chave, os seguinte itens:

Fatores externos de relevância:

  • Quantidade de sites relacionados à palavra-chave contendo links para o seu site: Sites cujo principal tema é “cachorros” apontando para a sua página que fala de cachorros ajuda a melhorar o posicionamento dessa página para buscas relacionadas a cães
  • Qualidade e peso desses sites: Um link de um site importantíssimo de cães apontado para a sua página e cães conta muito mais do que uma grande quantidade de links e sites sem importância.
  • Texto contido no link (anchor text)

Fatores internos de relevância:

  • Quantidade de páginas falando da palavra-chave
  • Pelo menos uma página focada nessa palavra-chave – título, texto, imagens…
  • TITLE dessa página claro e direto mencionando a palavra-chave

Com base nesses e outros fatores, o Google consegue definir a relevância de seu site em relação às palavras-chave buscadas por usuários.

O Google aprimora constantemente o seu algoritmo, tornando-o cada vez menos vulnerável a técnicas manipuladoras. Para ter um bom posicionamento nos resultados, dê relevância às palavras-chave, pois isso fará com que seu site apareça bem ranqueado. Crie um site rico em conteúdo, que seja único, interessante e consiga links de sites relacionados ao seu tema.

PageRank ajuda na relevância?

PageRank (veja nosso tutorial sobre PageRank) é um indicador do peso de sites. Um site com um PageRank alto, não necessariamente aparecerá na frente de outro com PageRank baixo, se o Google não considerar que o primeiro seja mais relevante que o segundo para a palavra buscada pelo usuário. Assim, técnicas indiscriminadas de Link Building com o mero propósito de aumentar o PageRank deixaram de ter a importância que tinham alguns anos atrás.

 

RESULTADOS NATURAIS OU ORGÂNICOS

Entenda como um site pode aparecer nos resultados de busca do Google

SERP

A área central da tela de resultados do Google mostra os resultados naturais, também conhecidos como resultados orgânicos, relacionados à palavra-chave digitada pelo usuário. O Google mostra 10 resultados naturais a cada busca efetuada (este número pode ser alterado nas opções de preferência de pesquisa).

No final da página, é possível continuar à procura de mais resultados, até atingir o número estimado de resultados para aquele termo. Vale lembrar que 75% dos usuários não passam da primeira página e essa tendência tende a se acentuar à medida que o Google aprimore seus algoritmos.

Quem aparece nos resultados

A cada conjunto de palavras-chave digitado no Google, ele pesquisa em seu índice as páginas de sites relacionadas ao termo informado. Por meio de um algoritmo que envolve aproximadamente 200 variáveis, disponibiliza-se em uma fração de segundos os resultados classificados por relevância. O algoritmo do Google é atualizado e evolui constantemente para oferecer resultados cada vez mais relevantes aos usuários. O segredo por trás do algoritmo do Google pode ser comparado ao segredo da fórmula da Coca-Cola, tal a importância que ele adquiriu na última década.

Quem não aparece nos resultados

O Google classifica e exibe nos resultados sites que foram rastreados pelo Googlebot, indexados e armazenados em seus servidores. O fato de um site não aparecer para determinada busca, não significa que ele não está indexado. Essas são algumas das causas para que sites não apareçam nos resultados:

  • O site foi criado há pouco tempo, e ainda não foi indexado pelo Google;
  • O site não possui nenhum link externo apontado para ele, e o Google não tem como descobrí-lo;
  • O site está indexado pelo Google, mas aparece mal classificado, por ter baixa relevância em relação aos termos digitados;
  • O site foi escrito em flash, java ou alguma linguagem que dificulte a indexação de seu conteúdo;
  • site foi penalizado pelo Google, removido do índice ou aparece apenas em posições inferiores.

Para checar se um site está indexado, digite no campo de busca do Google:

“site:www.o-seu-site.com.br”, substituindo “o seu site”, pelo domínio a ser pesquisado. Assim, você verá as páginas que o Google armazenou em seu índice. Se a resposta for a mensagem: “Sua pesquisa – site:www.o-seu-site.com.br – não encontrou nenhum documento correspondente”, significa que, de fato, ele não foi indexado pelo Google e não aparecerá para qualquer busca.

Para um site aparecer na busca de determinada palavra-chave, é importante que o Google tenha essa palavra no seu índice. Por exemplo, se quiser saber se um site está elegível para aparecer para a palavra “sapatos azuis”, digite site:www.o-seu-site.com.br “sapatos azuis” na busca do Google e veja se algum resultado é encontrado.

Quais sites aparecem na primeira página?

Já sabemos quem aparece e quem não aparece nos resultados. Em uma pesquisa com 281.000 resultados, aproximadamente, para a palavra-chave informada, são 281.000 páginas na internet que competem para aparecer na primeira página do Google para tal busca.

Como o Google define o posicionamento desses 281.000 resultados? Quem está elegível a aparecer na primeira página? Com a combinação de 200 variáveis, o algoritmo do Google elege as páginas mais relevantes à busca realizada. É esse o assunto de nosso próximo tópico.

 

Sobre o autor: Fundador da SEO Marketing, Bernhard Schultze é líder do comitê de Search da APADI (Associação Paulista de Agências Digitais) e instrutor do curso de SEO da Digitalks. Perfil Google Plus: +Bernhard Schultze

 

FONTE: http://www.seomarketing.com.br/tutorial-SEO.php

Quer conseguir tráfego ORGÂNICO e REAL para seu site? Então leia este Post

F15D Network – Fraude ou Revolução? Saiba tudo sobre F15D aqui!

 




65 Comments

  • Agências Coligadas:
  • Agência Massimo
  • Agência Vouk
  • WM Propaganda

Brasil

Curitiba – PR

BDDB

Av. Rep. Argentina, 1228 , Sala 2608 Água Verde CEP 80620-010

Curitiba - PR

+55 41 9855-7878

[email protected]

Brasil

Joinville – SC

Coligada Voük

Rua Gothard Kaesemodel, 220
Anita Garibaldi – 89203-400

+55 47 3028.8444

[email protected]

Brasil

São Paulo – SP

Coligada WM Propaganda

Av. Jovina de Carvalha Dau, 286
Taboão da Serra - SP
CEP 06754-200

+55 11 4701-5647
+55 11 98283-8498

[email protected]

USA (em breve)

New York – Soho

Escritório Operacional

154 Grand Street New York
NY 10013

646.664.4467

[email protected]