Startups: A era da inovação e sustentabilidade

Bruna Gazabin
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Startups: A era da inovação e sustentabilidade

A sustentabilidade tornou-se um imperativo — tanto para as empresas, como para o planeta. Há uma década, reduzir o impacto ambiental era apenas um selo opcional para as organizações, mas não essencial. 

Hoje, os grandes players enfrentam uma pressão cada vez maior de investidores e clientes para agirem de forma decisiva em questões ambientais. A inovação de startups trouxe a sustentabilidade como uma necessidade, bem como uma enorme oportunidade de negócio.

O Protocolo de Kyoto, assinado em 1997 e implementado por mais de 175 países, visava reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa, porém o acordo não teve muito sucesso. Já em 2015, o Acordo de Paris, selado por 195 países, foi um marco histórico no aumento da conscientização e de políticas que impulsionam a descarbonização.

Apesar deste compromisso mundial, há um problema: muitas organizações tradicionais estão atrasadas frente às tecnologias climáticas.

As startups inovadoras são constantemente financiadas e investem muito na sustentabilidade. Consequentemente, a melhor estratégia a ser tomada para tirar o atraso dessas empresas é ousar, para que assim, seja possível pensar em atitudes grandiosas que revolucionem o ramo. 

Esse padrão é comum, principalmente no domínio da transformação digital – as empresas que estão na vanguarda enfrentam essa ameaça disruptiva. Então, o que as empresas não estabelecidas podem fazer? 

  • Definir uma visão de sustentabilidade ousada que os diferencie e vise colocar a empresa em posição privilegiada no mercado;
  • Flexibilizar seu modelo operacional, com líderes de equipe que implementem uma ousada mentalidade a favor da sustentabilidade;
  • Adotar uma abordagem ágil ao capital de risco, sabendo que a nova comercialização de produtos e serviços não acontecerá da noite para o dia;
  • Aprender o que motiva seus concorrentes, e consequente, aprender a ser mais dinâmico e competir com mais eficiência.
  • Enxergar a sustentabilidade gerada pela tecnologia não apenas como uma oportunidade de negócios, mas também como uma necessidade visceral da organização.

 

Embora as grandes empresas tradicionais tenham acesso a capital e profundo conhecimento institucional de logística, distribuição e infraestrutura, seu acúmulo de processo geralmente os coloca em desvantagem em comparação com as startups.

A pressão pública para tomar medidas para evitar a catástrofe climática exige uma mudança real de comportamento das empresas – ações falam mais alto que palavras. 

Traçar um novo curso geralmente requer deixar o passado, o processo é vagaroso,  mas quanto antes começar mais cedo irá ver resultados. 

 

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