Já ficou paralisado diante de um cardápio lotado de opções e, no final, pediu o de sempre? Ou pior: simplesmente desistiu? Pois é, acontece porque nosso cérebro não curte excesso de escolhas.
Esse é o famoso paradoxo da escolha, conceito do psicólogo Barry Schwartz, que prova que quanto mais opções temos, maior a indecisão, a insatisfação e o cansaço mental. E isso vale não só para decidir o que comer, mas também para como as marcas devem se posicionar e se comunicar.
O excesso pode ser um problema
Tem gente que acha que quanto mais opções oferecer, melhor. Mas a verdade é que isso pode gerar o efeito contrário. No branding, exagerar na quantidade de mensagens, atributos e promessas pode confundir o público, enfraquecer o posicionamento e até afastar consumidores.
Uma marca forte não grita para todos os lados. Ela se destaca com clareza, consistência e foco. O segredo? Menos é mais (melhor).
Case: Casex
Menos é mais (e melhor)
Simplicidade não é só sobre um design bonito e clean. Ela precisa estar na estratégia. Quem tenta estar em todo lugar ao mesmo tempo acaba sendo irrelevante. Marcas que sabem o que comunicar, para quem e como criam conexões mais fortes e um posicionamento muito mais sólido.
Case: Chef Vergé
Menos barulho, mais impacto
Em um cenário saturado de mensagens e estímulos, o excesso de comunicação é percebido como ruído. Quando uma marca tenta abraçar todos os assuntos, formatos e tendências ao mesmo tempo, acaba se tornando irrelevante pela dispersão. A verdadeira força está na clareza da proposta de valor: dizer menos, mas com mais intenção. Isso exige foco em uma mensagem central que ressoe com o público e destaque o que realmente diferencia a marca.
Ação estratégica: Defina um único propósito de comunicação para cada campanha. Use linguagem enxuta, visual limpo e mensagens consistentes.
Case: Smart.Urb
Menos opções, melhores decisões
A psicologia do consumidor mostra que muitas escolhas causam ansiedade e paralisia decisória (paradoxo da escolha). Simplificar o portfólio de produtos/serviços ou organizá-lo de forma intuitiva ajuda o consumidor a tomar decisões com mais segurança e rapidez, o que aumenta a conversão e melhora a percepção de valor.
Ação estratégica: Agrupe produtos por perfil de uso, ofereça “combos inteligentes” e destaque uma única recomendação principal (“mais vendido”, “favorito dos clientes”).
Menos desperdício, mais eficiência
Simplificar também é uma questão de eficiência de marca. Em vez de atirar para todos os lados, marcas bem-sucedidas identificam os canais, conteúdos e públicos que realmente trazem retorno e concentram seus esforços ali. Isso economiza tempo, recursos e energia, e permite um crescimento mais sustentável e estratégico.
Ação estratégica: Use dados de desempenho para cortar campanhas ineficazes, priorizar os canais de maior impacto e otimizar o funil de conversão.
Escolha ser relevante
Simplificar não é reduzir à escassez – é refinar para a excelência. Significa fazer escolhas estratégicas: eliminar o desnecessário para destacar o essencial. Uma marca relevante é aquela que fala menos, mas entrega mais valor. Ao invés de seguir todas as tendências, ela foca nas que fazem sentido com sua identidade. Ao invés de oferecer tudo para todos, ela entrega soluções sob medida para quem realmente importa.
Ação estratégica: Reavalie sua comunicação, portfólio e posicionamento sob a ótica da relevância. O que você pode eliminar hoje para criar mais impacto amanhã?
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