Ambev, Tônica Brutal Fruit e Bridgerton: quando produto deixa de anunciar e passa a habitar a cultura

A parceria entre a Tônica Brutal Fruit e Bridgerton revela um movimento cada vez mais estratégico no marketing contemporâneo: marcas que deixam de interromper conteúdos para fazer parte do universo narrativo. Não se trata de patrocínio tradicional. O produto não aparece como elemento estranho à história. Ele conversa com a estética, com o clima e […]
Pepsi, Coca-Cola e o Super Bowl: quando rivalidade vira ativo permanente de marca

A rivalidade entre Pepsi e Coca-Cola é uma das poucas disputas de marca que atravessam décadas sem perder relevância. Isso acontece porque ela nunca foi apenas sobre produto, sempre foi sobre narrativa. No Super Bowl, esse embate reaparece não como conflito direto, mas como espetáculo cultural. O uso do urso, do humor e da provocação […]
Influenciador agora é profissão? O que a nova lei revela sobre a creator economy no Brasil

Por muito tempo, o trabalho digital viveu num limbo conveniente. Geração de valor real, impacto econômico mensurável, mas sem nome, sem enquadramento, sem reconhecimento formal. Era fácil tratar como hobby, improviso ou moda passageira. A sanção da Lei nº 15.325/2026 muda esse jogo. E não apenas do ponto de vista jurídico. Ela obriga o mercado […]
Mattel e a Barbie com autismo: quando inclusão deixa de ser discurso

A Barbie com autismo representa um ponto de maturidade importante no branding contemporâneo: quando a inclusão sai da comunicação e entra no produto. Não se trata apenas de representatividade simbólica. Trata-se de decisão industrial, de portfólio, de cadeia produtiva. Ao expandir o universo da Barbie para incluir diferentes condições e vivências, a Mattel assume que […]
Burger King e o poder de reagir: quando contexto vira linguagem de marca

Transformar um resgate real no Pico Paraná em campanha poderia facilmente soar oportunista. Mas, no caso do Burger King, a ação funciona porque não rompe com nada do que a marca já é. O BK sempre operou no território do improviso, da reação rápida e da leitura afiada do contexto cultural. Ele não força narrativas […]
Apple e o creator como sistema: quando branding vira infraestrutura

Durante muito tempo, marcas disputaram creators oferecendo visibilidade, patrocínio ou status. A Apple joga outro jogo. Em vez de prometer palco, ela entrega estrutura. Ao lançar um pacote integrado de aplicativos e fluxos voltados para criação de conteúdo, a Apple reforça uma tese silenciosa, porém poderosa: criar não é apenas produzir, é operar dentro de […]
Perfeito não convence. Humano convence: o paradoxo que marcas precisam enfrentar

Existe uma crença poderosa no marketing: se algo é tecnicamente perfeito, ele automaticamente convence. A consequência? Marcas e designers caem na armadilha da estética impecável, layouts limpos, tipografias sem vida, imagens polidas, acreditando que isso traduz credibilidade e impacto. Mas essa premissa tem um erro oculto: o perfeito é previsível. E o previsível não persuade. […]
Como Marcas Regionais Competem Com Grandes Players

Existe uma crença silenciosa no mercado: marcas grandes vencem porque têm mais dinheiro. A consequência é previsível, negócios regionais entram no jogo já se sentindo menores, cautelosos, tentando copiar o que os grandes fazem em escala reduzida. E quase sempre perdem. A verdade é menos confortável: grandes marcas não ganham porque investem mais; elas investem […]
Elo, Wagner Moura e o branding que entra no palco da cultura global

Quando marcas se aproximam de grandes eventos culturais, existe sempre um risco: parecer oportunista.A ação da Elo com Wagner Moura no Globo de Ouro mostra exatamente o caminho oposto — quando a marca entende que não precisa ser protagonista para ser relevante. Ao associar sua presença a um momento de prestígio simbólico internacional, a Elo […]
Banco do Brasil e o Pix como presente: quando tecnologia vira gesto

O Pix já é parte da rotina do brasileiro.Funciona, é rápido, está em todo lugar. Quando a tecnologia atinge esse nível de maturidade, o diferencial deixa de ser funcional e passa a ser simbólico. É nesse ponto que o Banco do Brasil acerta ao tratar o Pix como “papel de presente”. Quando pagar vira presentear […]