A introdução de anúncios no ChatGPT nos Estados Unidos marca uma inflexão importante no modelo de negócio das plataformas conversacionais.
Durante anos, o discurso predominante foi o da utilidade neutra. A experiência era limpa, direta, centrada na resposta. Ao incorporar publicidade, abre-se uma tensão estrutural: como monetizar diálogo sem comprometer confiança?
Esse movimento não é isolado. Ele revela algo maior: a economia da atenção continua expandindo seus territórios. Depois de feed, vídeo curto, streaming e áudio, agora o espaço publicitário começa a migrar para a conversa.
O desafio é delicado. Diferentemente de redes sociais, onde anúncios interrompem conteúdo, aqui eles podem interferir em um processo de busca ativa por informação. A percepção de influência precisa ser cuidadosamente administrada.
Para marcas, surge um novo canal potencialmente poderoso — contextual, personalizado e baseado em intenção. Para a plataforma, o risco é claro: qualquer ruído pode afetar credibilidade.
A questão central não é se haverá publicidade. É como ela será integrada sem quebrar a promessa original de utilidade.
Se a conversa se torna mídia, o diálogo deixa de ser apenas interação. Ele passa a ser território estratégico.
E toda vez que um novo território surge, as regras do branding também mudam.
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