Spotify e o uso da interrupção como linguagem de marca

Interromper também comunica e talvez seja isso que as marcas ainda não entenderam. Durante anos, a lógica foi simples: quanto mais fluida a experiência, melhor. Menos atrito, mais retenção. Menos fricção, mais conversão. Mas o Spotify faz um movimento contraintuitivo — ele pega exatamente o ponto de ruptura da experiência e transforma isso em mensagem. […]

Amazônia e o branding que nasce do próprio território

A nova identidade visual da Amazônia parte de uma lógica pouco comum no branding institucional: em vez de criar um símbolo sobre o território, ela constrói a marca a partir dele. As curvas dos rios, captadas por imagens reais, são transformadas em tipografia e sistema visual. Não é uma inspiração estética. É dado geográfico convertido […]

Avon e quando a ciência deixa de ser bastidor

Existe um limite claro entre dizer que você inovou e provar que inovou. A Avon cruza esse limite ao levar para a comunicação algo que normalmente fica restrito ao laboratório: pele humana bioimpressa. Ao usar essa tecnologia em um anúncio, a marca não está apenas apresentando um avanço técnico. Está transformando o próprio processo científico […]